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Dumas afirma que Lula não precisava falar sobre EUA acabarem com o Pix

Especialista diz que EUA não vão acabar com o Pix e que declaração de Lula foi motivada politicamente, não necessária na prática

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  • O professor Roberto Dumas, do Insper, afirmou em entrevista ao WW que Lula não precisava fazer discurso sobre suposta tentativa dos EUA de acabar com o Pix.
  • Segundo ele, não há risco real de os Estados Unidos encerrarem o Pix, e a declaração teria motivação política diante de problemas econômicos que afetam a popularidade do presidente.
  • Dumas destacou o crescimento do Pix no Brasil, dizendo que o sistema “aumentou 50 vezes em termos nominais” e movimentou 7,5 trilhões entre 2020 e 2025.
  • O economista explicou que a discussão envolve o uso de bandeiras de cartão americanas, como Visa e American Express, e não o Pix em si.
  • Ele disse que a situação é similar a uma “Espada de Dâmocles” e que os EUA estão mais preocupados com inflação e preços de combustíveis; criticou a menção à rua 25 de março em relatório da Seção 301, apontando que há problemas maiores de falsificação em outros países.

O professor Roberto Dumas, do Insper, avaliou que Lula não precisava falar sobre uma suposta ambição dos EUA de acabar com o Pix. Em entrevista ao WW, ele disse não haver risco real de o sistema ser desativado pelos EUA.

Dumas afirmou que o Pix cresce no Brasil, ampliando seu uso e movimentando aproximadamente 7,5 trilhões entre 2020 e 2025. Segundo ele, a fala presidencial tem motivação política em meio a desafios econômicos que afetam a popularidade de Lula.

O economista esclareceu que há confusão no discurso ao se referir a bandeiras de cartão americanas, como Visa e American Express, e não ao Pix. Ele assegurou que o governo dos EUA não sugeriu a interrupção do uso da moeda brasileira.

O especialista comparou a hipótese a uma Espada de Dâmocles, sugerindo que a preocupação atual dos EUA estaria voltada a questões internas, como inflação e preços de combustíveis, e não ao Pix brasileiro.

Dumas também criticou a menção de locais como a rua 25 de Març o, em São Paulo, no relatório da Seção 301 americana, ressaltando que problemas maiores de falsificação envolvem outras regiões, inclusive a China.

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