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CEO da Indigo afirma que a integração de serviços não é ponto frio

CEO do Indigo Brasil defende integração do estacionamento à experiência do cliente e como hub de serviços, conectando mobilidade e cidade dos 15 minutos

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  • Thiago Piovesan, CEO do Grupo Indigo no Brasil, diz que estacionamento não é ponto frio e precisa estar integrado à experiência da unidade.
  • Ele cita o hospital como exemplo: a equipe de estacionamento deve acompanhar a cultura do local e da instituição.
  • O executivo reforça que operações variam conforme o segmento; o que funciona em shopping pode ser diferente em aeroportos.
  • A ideia de transformar estacionamentos em hub de serviços está ligada ao conceito de cidade dos 15 minutos, para facilitar deslocamentos e acesso a serviços.
  • Futuro dos estacionamentos envolve oferecer serviços como manutenção, lavagem e recarga de veículos elétricos, além de conectividade com transporte público, locação e micromobilidade; entrevista vai ao ar no domingo, 05 de abril, às 20h45, na CNN Brasil.

Thiago Piovesan, CEO do Grupo Indigo no Brasil, defende que o estacionamento não é um ponto isolado da experiência do cliente. Em entrevista ao programa É Negócio, na CNN Brasil, ele destacou que as operações precisam dialogar com a atividade principal da unidade e com a cultura do segmento atendido.

Segundo o executivo, no setor hospitalar o estacionamento deve integrarse à experiência da instituição, refletindo sua cultura. Já em shoppings e aeroportos, o conjunto de serviços pode variar para atender necessidades específicas de cada ambiente.

Ainda sobre a visão da empresa, Piovesan associou a ideia de transformar estacionamentos em centros de serviços ao conceito de cidade dos 15 minutos, promovido em cidades inteligentes europeias. O objetivo é permitir que moradores acessem trabalho, serviços e lazer a pé ou de bicicleta em curtos trajetos.

Integração de serviços como tendência

Ele disse que a disponibilidade de serviços de mobilidade no local facilita o fluxo de pessoas e a jornada do cliente, reduzindo deslocamentos longos. A proposta é tornar o estacionamento um hub com serviços de manutenção, lavagem e até recarga de veículos elétricos.

Para o CEO, o espaço pode evoluir para conectividade com transporte público, locação de carros e micromobilidade, como bikes e patinetes. Em mercados internacionais, já existem modelos que integram esses ativos, promovendo relacionamento e serviços no entorno.

Futuro dos estacionamentos e próximos passos

Piovesan aponta que o local pode abrigar diferentes serviços conforme a necessidade da unidade e do ativo. Durante a pandemia, chegou a haver pontos de vacinação nesses espaços, e a ideia é ampliar desenhos de serviço que melhorem a relação com o cliente e com a comunidade.

O executivo reforça que o estacionamento deve funcionar como uma rede de conexão, ampliando a relação com outras formas de mobilidade e com serviços públicos. O planejamento envolve reduzir distâncias e otimizar a experiência do usuário no dia a dia.

A íntegra da entrevista com Thiago Piovesan vai ao ar no próximo domingo, 05/04, às 20h45, na CNN Brasil. O É Negócio é produzido em parceria entre a CNN Brasil e o NeoFeed e traz visão de líderes do PIB brasileiro.

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