Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

De Musk a Ellison: quem ganhou e perdeu com a correção dos mercados em 2026

Correção de início de dois mil e vinte e seis redefine fortunas: Ellison e Arnault lideram perdas; Musk avança com IA e infraestrutura, reorganizando ganhadores e perdedores

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O primeiro trimestre de 2026 teve forte correção nos mercados de ações dos EUA e da Europa, com dúvidas sobre a alta impulsionada pela IA e desaceleração no consumo de luxo na China; até 30 de março, 346 dos 500 membros do Índice Bloomberg Billionaires perderam parte da fortuna.
  • Entre os ganhadores, Elon Musk liderou com ganho de US$ 12,6 bilhões e passou a ser dono de fortuna estimada em US$ 632 bilhões; a SpaceX adquiriu a xAI, elevando a avaliação da empresa resultante a cerca de US$ 1,03 trilhão.
  • David Sun e John Tu, fundadores da Kingston Technology, cresceram mais de US$ 12 bilhões cada um, impulsionados pela demanda por infraestrutura de memória e hardware para IA.
  • Entre os perdedores, Larry Ellison sofreu a maior queda, de US$ 61,3 bilhões, com a Oracle pressionada pela correção do mercado de IA; Bernard Arnault caiu US$ 56,4 bilhões e Mark Zuckerberg perdeu US$ 42,7 bilhões.
  • O cenário indica recuperação apenas para setores ligados à infraestrutura física da IA e à nova corrida espacial, enquanto tecnologia de consumo e luxo enfrentam ajustes mais fortes.

O primeiro trimestre de 2026 trouxe uma forte correção nos mercados de ações dos EUA e da Europa. A combinação de temores sobre uma possível bolha no setor de tecnologia alimentada pela IA e a desaceleração no consumo de artigos de luxo impulsionou saídas de recursos. Até 30 de março, 346 dos 500 membros do Índice Bloomberg Billionaires viram parte de suas fortunas evaporarem.

O ambiente de incerteza atingiu principalmente o setor de tecnologia, com quedas expressivas entre as maiores fortunas. Mesmo assim, setores próximos à infraestrutura de IA mostraram resiliência, puxando ganhos para alguns nomes ligados a hardware e à nova corrida espacial. A análise considera uma correção solta da valorização recente e o impacto de tensões geopolíticas.

Vencedores até 30 de março

Elon Musk liderou os ganhos, com alta de US$ 12,6 bilhões, elevando a fortuna para US$ 632 bilhões. Em fevereiro, a SpaceX comprou a xAI, ampliando a participação de Musk na nova empresa resultante da fusão. A avaliação combinada de SpaceX e xAI ultrapassa US$ 1,0 trilhão.

David Sun e John Tu, sócios da Kingston Technology, somaram mais de US$ 12 bilhões cada um, atingindo cerca de US$ 45,1 bilhões. A Kingston é a maior fabricante independente de memória para computadores, com forte ganho de receita em 2024 e continuidade de crescimento.

Michal Strnad, Carlos Slim, Robert Pera, Bob Pender, Mike Sabel, Jim Walton e Rob Walton aparecem entre os demais ganhadores, com aumentos entre US$ 9,0 e US$ 11,6 bilhões, refletindo ajustes de portfólio em meio à mudança de foco para infraestrutura de IA e setores ligadas ao hardware.

Perdedoras e perdedores

Larry Ellison, fundador da Oracle, aparece como o maior perdedor, com queda de US$ 61,3 bilhões (-24,8%), levando a fortuna a US$ 186 bilhões. A Oracle tem sido duramente afetada pela correção do mercado de IA, com dúvidas sobre a geração de receitas imediatas de bancos de dados tradicionais.

Bernard Arnault, líder da LVMH, registra redução de US$ 56,4 bilhões (-27,1%), com a desaceleração do setor de luxo e a recuperação lenta das vendas na China. A situação também reflete cautela entre compradores globais.

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, caiu US$ 42,7 bilhões (-18,3%), para US$ 191 bilhões. A queda ocorreu após decisões judiciais que ampliam riscos de ações coletivas e multas em casos de segurança e dependência de apps, elevando o ceticismo de investidores.

Outros grandes perdedores, como Steve Ballmer, Larry Page, Sergey Brin, Jeff Bezos e Amancio Ortega, tiveram quedas expressivas, variando de US$ 18,5 a US$ 40,2 bilhões, em meio à pressão regulatória, competição tecnológica e mudanças de mercado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais