- A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional aponta dívida tributária de mais de R$ 3 bilhões atribuída à família Poncio pela União, com Sarah Poncio vinculada a mais de R$ 1,7 bilhão desse total.
- Márcio Poncio diz que a inclusão da família em um suposto grupo econômico é indevida, afirmando que os débitos teriam origem em 2006 e juros fizeram o valor crescer.
- O processo está suspenso, aguardando o julgamento de um Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica (IDPJ); ele afirmou ter acionado a Justiça para retirar seu nome do quadro societário.
- Poncio destacou que Sarah foi vinculada ao processo de forma indevida por ser filha, ressaltando que ela tinha apenas oito anos na época dos fatos.
- O pastor reafirmou a confiança na Justiça para esclarecer os fatos e repudiou notas jornalísticas consideradas irresponsáveis.
A família Poncio voltou a ganhar espaço nos últimos dias após a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) divulgar um levantamento de débitos tributários superior a 3 bilhões de reais com a União. O montante envolve o nome da filha do pastor Márcio Poncio, Sarah Poncio, vinculada a cerca de 1,7 bilhão do total. A divulgação ocorreu na sexta-feira, dia 3, e uma entrevista pública foi marcada para o dia seguinte.
Segundo a PGFN, o valor atribuído à família é expressivo. Márcio Poncio afirmou, em pronunciamento, que ele e outros familiares foram incluídos de forma indevida em um suposto grupo econômico relacionado a uma empresa que encerrou atividades em 2011. Os débitos teriam origem em 2006, com juros acumulados ao longo dos anos.
O pastor informou que o processo está suspenso, aguardando o julgamento de um Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica (IDPJ). Ele informou ainda ter acionado a Justiça para retirar seu nome do quadro societário ligado ao caso. A inclusão de Sarah, segundo ele, ocorreu de forma absolutamente indevida porque ela tinha apenas 8 anos na época.
Márcio Poncio reiterou a confiança na Justiça para esclarecer os fatos e apurar as responsabilidades. O pastor também afirmou que não condiz com a realidade jurídica as notas jornalísticas que, na visão dele, distorcem o conteúdo do processo.
Entre na conversa da comunidade