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Petróleo questiona sinais de paz no Oriente Médio apresentados por Trump

Mercados duvidam dos sinais de paz de Trump no Oriente Médio, com o petróleo oscilando e risco de nova alta

Anúncios de Trump podem dificultar queda nos preços do petróleo
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  • O mercado ficou cético com as declarações de Trump sobre fim da guerra com o Irã, dificultando a queda dos preços do petróleo.
  • Em 23 de março, Trump anunciou pausa de cinco dias nos ataques e início de negociações com o Irã, o que levou o Brent a cair de acima de US$ 110 o barril para menos de US$ 100, mas depois houve recuperação.
  • Pausas subsequentes, como a de dez dias anunciada em 26 de março, tiveram efeito menor, com quedas breves para abaixo de US$ 105 e rápida recuperação.
  • Em 1º de abril, Trump afirmou que havia “cessar-fogo” conversando com o Irã; o petróleo ficou estável em torno de US$ 100, mas subiu para perto de US$ 105 durante o seu discurso, encerrando o dia em torno de US$ 109.
  • O bloqueio no Estreito de Ormuz persiste, mantendo o comércio da commodity limitado; nos EUA, a gasolina chegou a US$ 4,10 por galão no fim de semana, ante cerca de US$ 2,98 antes da guerra.

O mercado de petróleo permanece atento às declarações de Donald Trump sobre o fim do conflito com o Irã, mas não reage de forma uniforme. Em dias recentes, os preços oscilaram conforme as perspectivas de diplomacia e de ataques à infraestrutura energética no Golfo.

Investidores acompanham os desdobramentos no Estreito de Ormuz, pela importância estratégica para o abastecimento global. O bloqueio dos navios-tanque mantém a pressão sobre a oferta, influenciando as negociações entre EUA e Irã.

Na semana passada, Trump sinalizou pausas nos ataques e iniciou negociações com o Irã. Ainda assim, a percepção do mercado variou entre alívio temporário e cautela diante de possíveis escaladas e de novas ameaças à infraestrutura energética.

Reação de preços após anúncios de Trump

Nos EUA, a cotação do Brent chegou a cair abaixo de US$ 100 por barril após o anúncio de uma pausa de cinco dias nas ações contra infraestrutura. Contudo, a trajetória voltou a subir conforme novas declarações e a continuidade dos conflitos.

Em 26 de março, o mercado viu outra queda momentânea após Trump anunciar pausa de dez dias, com futuros próximo a US$ 105, mas recuperação rápida manteve o patamar em torno de US$ 108.

Situação atual do petróleo

Na segunda-feira seguinte, 30 de março, os contratos oscilavam próximo de US$ 108 por barril, sem resposta uniforme às falas diplomáticas. O mercado passou a ignorar parte das declarações de Trump, em meio a incertezas sobre o desfecho.

Em 1º de abril, Trump afirmou que o Irã havia pedido cessar-fogo, mas o principal diplomata iraniano negou tratativas. Os preços oscilaram, fechando próximos de US$ 109 por barril na semana, com alta acumulada desde o início da guerra.

Impacto no consumidor e perspectivas

No fim de semana, o petróleo voltou a sustentar patamar acima de US$ 109, refletindo a percepção de risco geopolítico contínuo. Nos EUA, a gasolina teve alta, aproximando-se de US$ 4,10 por galão, ante cerca de US$ 2,98 antes da guerra.

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