- O CEO Fernando Soares afirmou que o plano de recuperação judicial da Americanas foi 100% cumprido e que a justiça ainda será acionada, mas internamente já está confirmado.
- O pedido de saída do plano de RJ foi adiantado por números positivos e bom fluxo de caixa.
- A empresa enfrentou o desafio de escolher entre varejo físico e e-commerce; optou pelo varejo físico, considerado o caminho de maior sucesso.
- A mudança fortaleceu o relacionamento com consumidores e fornecedores, com cerca de 50 milhões de consumidores da marca por mês.
- O momento atual, segundo o CEO, é de mudanças sutis e consolidação da nova estratégia, sem expansão agressiva.
A Americanas afirma, em entrevista à CNN Brasil, que o plano de recuperação judicial foi 100% cumprido. O comentário foi feito pelo CEO Fernando Soares nesta segunda-feira (6). A empresa aguarda a decisão da Justiça para saída efetiva do plano.
Segundo Soares, números positivos e um fluxo de caixa robusto justificaram adiantar o processo de saída do plano. Ele disse que a empresa tem uma visão voltada ao futuro, com foco no crescimento sustentável.
O executivo destacou que o principal desafio da recuperação foi tomar decisões duras para a reestruturação. A Americanas avaliou dois caminhos: manter o varejo físico ou o e-commerce, e escolheu o varejo tradicional.
Ele informou que, nessa transformação, o relacionamento com o consumidor e com fornecedores foi o motor do processo. A empresa atende cerca de 50 milhões de consumidores por mês, o que, na avaliação dele, foi decisivo para a estratégia.
Desdobramentos estratégicos
A direção entende que não é o momento de expansão agressiva. A prioridade é consolidar a nova relação com clientes e parceiros, buscando ganhos de eficiência e rentabilidade.
Soares afirmou que a empresa manterá mudanças graduais na operação e na governança, para fortalecer a posição no mercado brasileiro. O objetivo é sustentar a recuperação sem pressa por resultados rápidos.
Fonte da informação é a CNN Brasil, que acompanhou os principais pontos do plano e as declarações do CEO. O texto não revela decisões judiciais ainda pendentes.
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