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Produção de etanol no Norte/Nordeste registra alta de 29,4%

Etanol no Norte/Nordeste avança 29,4% até 28 de fevereiro, impulsionado pelo milho e preços mais atrativos, enquanto o açúcar recua.

Bomba de abastecimento de etanol em posto de combustíveis
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  • Produção total de etanol no Norte e Nordeste em 2025/26 até 28 de fevereiro é de 2,79 bilhões de litros, alta de 29,4% em relação ao mesmo período do ciclo anterior.
  • Etanol de milho segue em ascensão; produção total de etanol de milho é de 648,5 milhões de litros (557,3 milhões de anidro e 91,2 milhões de hidratado).
  • Entre os tipos de etanol de cana, o anidro atingiu 852,8 milhões de litros (+3,4%), e o hidratado somou 1,289 bilhão de litros (-3,2%).
  • Moagem de cana na região Norte/Nordeste até o fim de fevereiro totalizou 52,8 milhões de toneladas, quedando 4,1% em relação ao mesmo período da safra anterior.
  • Em conjunto, a produção de açúcar nas duas regiões ficou em 2,988 milhões de toneladas, baixa de 13,8% frente ao mesmo intervalo da safra anterior.

A produção de etanol no Norte e Nordeste atingiu 2,79 bilhões de litros na safra 2025/26, até 28 de fevereiro, registrada pela NovaBio. O volume representa um aumento de 29,4% frente ao mesmo período do ciclo anterior, com usinas priorizando o biocombustível em relação ao açúcar devido a preços mais atraentes.

Na mesma linha, o etanol de milho soma produção expressiva, ampliando a participação do combustível alternativo no país. O relatório aponta que o etanol de cana, em suas duas formas, teve destaque, com mudanças no ritmo de moagem e oferta.

Produção por tipo de etanol

O etanol de cana somou 852,8 milhões de litros na categoria anidro, e 1,289 bilhão de litros no hidratado, respectivamente; ambos registraram variações de 3,4% e -3,2% ante igual período do ciclo anterior. A fabricação de etanol de milho alcançou 648,5 milhões de litros, sendo 557,3 milhões de anidro e 91,2 milhões de hidratado.

Contexto de mercado

Segundo a NovaBio, fatores macroeconômicos influenciam o mix alcooleiro, com preços de mercado estimulando produtores a priorizar etanol. O açúcar, por outro lado, mostra sinais de fraqueza no cenário internacional, mesmo com déficits previstos em balanças globais.

A região Norte/Nordeste encerra a safra 2025/26 com 52,8 milhões de toneladas de cana moída até fevereiro, queda de 4,1% frente ao ciclo anterior. Considerando as duas regiões, a produção de açúcar soma 2,988 milhões de toneladas, queda de 13,8%. A região centro-sul, por sua vez, inicia a moagem do ciclo 2026/27.

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