- Dois estados não aderiram à proposta de subsídio do diesel, cuja adesão é voluntária.
- As cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais.
- A economista Carla Beni questiona se o subsídio vai de fato aliviar o bolso do consumidor.
- Ela lembra que os preços já subiam antes de qualquer anúncio da Petrobras e que houve venda de combustíveis nesse período.
- Para que o pacote funcione, é preciso ampliar a fiscalização, com Procon e ANP podendo fechar estabelecimentos se houver alta de preços.
A adesão ao subsídio para o diesel é voluntária e, até o momento, apenas dois estados não aderiram à proposta. As cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais.
Em entrevista ao Conexão Record News, a economista Carla Beni expressa dúvidas sobre a eficácia da medida para reduzir o bolso do consumidor. Ela aponta que os preços começaram a subir antes de qualquer anúncio da Petrobras e que os combustíveis seguiram em alta.
Beni afirma que o pacote abrange diferentes combustíveis, incluindo gás de cozinha, com o objetivo de reduzir ou evitar novas altas. Para que isso funcione, é essencial que os postos não eleve os preços, mesmo com carga tributária menor.
A economista ressalta a necessidade de fiscalização mais firme, citando o Procon, e também a atuação da ANP. Ela afirma que, sem controle na ponta final, o ajuste pode não ocorrer e os preços continuarão subindo.
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