- No início dos mercados asiáticos, o petróleo chegou a US$ 110 o barril, mas caiu para a faixa de US$ 93 a US$ 95 em menos de duas horas, após a trégua anunciada por Donald Trump.
- Como o Japão importa quase todo o petróleo que consome, o governo acionou medidas para garantir o abastecimento.
- A primeira-ministra Sanae Takaichi ligou para lideranças dos Emirados Árabes Unidos e pediu cooperação para manter o fornecimento estável de petróleo bruto ao país.
- Tóquio já avalia o impacto da crise no bolso do consumidor, com preocupações sobre inflação e custos de energia.
- Os subsídios para conter o preço da gasolina e de outros combustíveis podem alcançar o equivalente a R$ 16 bilhões por mês, segundo estimativas do governo japonês.
Na abertura dos mercados asiáticos, o petróleo foi negociado perto de US$ 110 o barril, mas recuou para cerca de US$ 93-US$ 95 em menos de duas horas após o anúncio de uma trégua por parte de autoridades americanas. A mudança ganhou impulso com o desenrolar das negociações e a percepção de alívio temporário.
O governo do Japão atuou para garantir o abastecimento de petróleo, já que o país depende quase que integralmente de importações. A primeira-ministra Sanae Takaichi ligou para lideranças dos Emirados Árabes Unidos para pedir cooperação na manutenção do fornecimento de petróleo bruto.
Ao mesmo tempo, Tóquio avalia o impacto da crise no orçamento doméstico. A alta recente dos preços de energia aumenta preocupações com inflação e custos para famílias e empresas no curto prazo.
Medidas e impactos econômicos
Estimativas do governo japonês apontam que subsídios para conter o preço da gasolina e de outros combustíveis podem chegar a cerca de 16 bilhões de reais por mês, dependendo da trajetória de preços e da demanda. O objetivo é mitigar efeitos de choque externo sobre consumidores e atividades produtivas.
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