- Em 5 de maio de 2018, Warren Buffett chamou o Bitcoin de “veneno de rato ao quadrado”, destacando que não havia valor intrínseco no ativo.
- Desde então, o Bitcoin valorizou cerca de 640%, saindo de aproximadamente US$ 9.697 para US$ 71.700.
- A Berkshire Hathaway subiu cerca de 150% no mesmo período; a Apple avançou cerca de 500%, Coca‑Cola cerca de 60% e Bank of America cerca de 70%.
- Buffett permanece com a visão de que o Bitcoin não gera renda e não é uma opção de investimento tradicional, mantendo posição praticamente inalterada.
- O mercado cripto evoluiu, com ETFs, participação institucional e maior infraestrutura, aproximando o Bitcoin do sistema financeiro tradicional.
Bitcoin valorizou 640% desde que Warren Buffett chamou o ativo de “veneno de rato ao quadrado” em 5 de maio de 2018. Na época, o Bitcoin circulava perto de US$ 9.700, após o estouro da bolha de 2017.
Hoje, o Bitcoin cotado em cerca de US$ 71.700 acumula ganho expressivo desde aquele comentário, tornando-se um dos ativos mais rentáveis do período, apesar da volatilidade que ainda marca o mercado cripto.
A valorização também se destaca frente às ações da Berkshire Hathaway, que subiram aproximadamente 150% desde maio de 2018, bem menos que o Bitcoin. Empresas históricas da carteira, como Apple, tiveram alta de cerca de 500%.
Buffett mantém a posição de não investir em Bitcoin, afirmando que o ativo não gera renda nem valor intrínseco. O sócio dele, Charlie Munger, já foi mais duro, classificando o setor como especulativo.
Transformação do mercado cripto
Desde 2018, o ecossistema passou por mudanças significativas. ETFs de Bitcoin, maior participação institucional e avanços regulatórios ajudaram a consolidar o ativo no sistema financeiro.
Adoção institucional, infraestrutura de custódia e políticas macroeconômicas ajudaram a consolidar a visão do Bitcoin como reserva de valor, em linha com debates sobre ouro e proteção contra choques econômicos.
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