- Exportação de carne suína em março atingiu recorde histórico com 153,8 mil toneladas (in natura e processados), alta de 32,2% ante março de 2025.
- Receita de exportação de suínos foi de US$ 361,6 milhões, queda? Não, aumento de 30,1% em relação a março de 2025; Janeiro a março soma 392,2 mil toneladas.
- Principais destinos em março: Filipinas receberam 48,9 mil toneladas, +80,7%; Japão, 18,2 mil toneladas, +85,8%.
- Brasil busca manter a posição de terceiro maior exportador global de carne suína, atrás de Estados Unidos e União Europeia.
- Exportações de carne de frango somaram 504,3 mil toneladas em março, alta de 6% em relação a igual mês de 2025; oferta total de receita foi de US$ 944,7 milhões, com demanda aquecida pela China e outros mercados asiáticos.
A exportação brasileira de carne suína atingiu recordes em março, totalizando 153,8 mil toneladas embarcadas, entre produtos in natura e processados. O volume representa alta de 32,2% frente a março de 2025, segundo a ABPA.
Os embarques no primeiro trimestre somaram 392,2 mil toneladas, aumento de mais de 16% no comparativo anual. A receita de março alcançou US$ 361,6 milhões, avanço de 30,1% em relação ao mesmo mês de 2025.
A ABPA aponta demanda global elevada, com destaque para Filipinas, Japão e outros mercados asiáticos, bem como a América do Sul. A entidade mantém a previsão de alta para os embarques de 2026.
Filipinas receberam 48,9 mil toneladas em março, alta de 80,7% ante março de 2025. Japão importou 18,2 mil toneladas, crescimento de 85,8% no mesmo período, segundo a ABPA.
Frango Confirma Aumento Geral
As exportações brasileiras de carne de frango atingiram 504,3 mil toneladas em março, alta anual de 6%, segundo a ABPA. O desempenho ocorre apesar de problemas logísticos decorrentes da guerra no Irã.
O Oriente Médio foi um destino importante, respondendo por cerca de 30% das exportações de 2025. A receita mensal de março chegou a US$ 944,7 milhões, 6,2% acima de março de 2025.
A retomada das importações pela China ajudou a sustentar o ritmo de embarques de frango, após queda no ano anterior por gripe aviária. O fechamento do Estreito de Ormuz reduziu fluxos para o Golfo, exigindo rotas alternativas.
De acordo com a ABPA, as cargas para o Golfo Pérsico registraram queda de 18,5% em março, mas os volumes totais permaneceram elevados, com mais de 100 mil toneladas para a região.
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