- Plínio Lemos Jorge, presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), defendeu a legalização dos cassinos físicos no Brasil durante entrevista ao Poder360 no BiS SiGMA South America 2026, em São Paulo.
- Ele afirmou que cassinos físicos podem incrementar o turismo e atrair operadores e apostadores internacionais; a regulamentação vigente há quinze meses criou um mercado mais regulado.
- O dirigente destacou que o setor complementa o mercado online e citou o Projeto de Lei 2234, que trata da legalização no país.
- También mencionou ferramentas da legislação brasileira, como o Pix para transações rápidas e o reconhecimento facial para impedir menores de idade.
- A ANJL trabalha com a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Banco Central para identificar sites e operadores não licenciados, informando que o combate ao mercado ilegal é contínuo.
Plínio Lemos Jorge, presidente da ANJL, defendeu a legalização dos cassinos físicos no Brasil. A afirmação ocorreu nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026, em entrevista ao Poder360 durante o BiS SiGMA South America 2026, em São Paulo.
Segundo o dirigente, a regulamentação atual, com 15 meses de vigência, transformou um mercado ilegal em um ambiente regulado. Ele ressaltou que os cassinos físicos podem ampliar o turismo e atrair operadores e apostadores internacionais, complementando o mercado online.
Ele cita o PL 2234 como base para a legalização dos cassinos no país e aponta o potencial turístico do segmento. A ANJL aponta ainda ferramentas da legislação brasileira, como o Pix para pagamentos rápidos e o reconhecimento facial para evitar apostas de menores.
BiS SiGMA South America 2026
O BiS SiGMA ocorre de 6 a 9 de abril de 2026, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. O encontro reúne mais de 50 painéis e 250 painelistas, com debates sobre o primeiro ano de regulamentação das apostas, combate à ilegalidade e possível retorno dos cassinos físicos.
A ANJL mantém parcerias com órgãos como SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas), Anatel e Banco Central para identificar sites e operadores não licenciados. Segundo Jorge, o mercado ilegal continua desafiador, mas há trabalho contínuo para asfixiá-lo.
O presidente da associação afirma que a regulamentação brasileira inspira outros países, especialmente pela implementação de mecanismos de segurança e transparência. Ele enfatiza que a legalização dos cassinos físicos pode ocorrer em conjunto com o aperfeiçoamento regulatório já existente.
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