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Galípolo afirma não ter conversado com Moraes sobre o Banco Master

Galípolo afirma não ter falado com Moraes sobre o Master; encontros foram presenciais, centrados na Magnitsky e em sigilo bancário

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi convidado pela CPI do Crime Organizado para explicar a atuação do Banco Central no caso Master
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  • Gabriel Galípolo afirmou que não conversou com o ministro Alexandre de Moraes sobre o caso Master; reuniões foram presenciais e sobre a sanção dos EUA na Lei Magnitsky, com privacidade e sigilo a zelar.
  • O presidente do BC negou ter tratado do Master com Viviane Barci de Moraes, mulher de Moraes, e disse que Moraes foi cordial, mas não recorda ligações.
  • A CPI do Crime Organizado investiga a atuação do Banco Central no caso Master; há possibilidade de delação premiada e o relator é o senador Alessandro Vieira.
  • O BRB comprou carteiras do Master em 2025, enquanto o BC indicou falta de lastro nas credenciais; o cenário financeiro do BRB ficou inquieto após a operação.
  • O Master foi liquidado em novembro de 2025; o fundador Daniel Vorcaro fechou acordo de confidencialidade com PF e PGR que pode viabilizar delação premiada, elevando riscos para autoridades.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira que não conversou com ministros do STF sobre o Banco Master. Ele também negou ter trocado telefonemas com Alexandre de Moraes.

Segundo Galípolo, as reuniões com ministros do STF foram presenciais e trataram da sanção dos EUA pela Lei Magnitsky, envolvendo o magistrado e familiares. Ele disse zelar pelo sigilo bancário e financeiro.

O BC alega que Moraes foi cordial, mas Galípolo afirmou não lembrar de ligações. Debates com os ministros tinham o tema Magnitsky, com reserva de informações sobre familiares.

BRB

O BC descobriu créditos podres do Master durante a negociação de venda ao BRB, em 2025. A aquisição de carteiras totalizou 12,2 bilhões de reais, elevando o nível de incerteza sobre a saúde financeira do BRB.

O BRB apresentou, em fevereiro, um plano de capital para recompor o balanço e reforçar a liquidez. O banco federal enfrenta risco de intervenção pelo BC, assim como o Master.

Caso Master

O Banco Master foi liquidado pelo BC em novembro de 2025. O fundador Daniel Vorcaro firmou, em março de 2026, acordo com PF e PGR que pode permitir delação premiada. O acordo ocorreu quase um ano após a venda ao BRB.

Há investigações em duas frentes: CGU, com possível sanção administrativa, e PF, sob vertente criminal. Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana são acusados de facilitar interesses do Master no BC.

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