- A GoPro demitirá vinte e três por cento da força de trabalho global, equivalendo a cento e quarenta e cinco funcionários, para facilitar a retomada de lucro.
- O custo da reestruturação fica entre US$ 11,5 milhões e US$ 15 milhões, com as demissões começando no segundo semestre de 2026 e encerrando até o fim do ano.
- Esta é a terceira rodada de desligamentos desde 2024; os trabalhadores afetados receberão benefícios de saúde e indenização.
- A empresa já reduziu custos operacionais em vinte e seis por cento em relação a 2024, mas teve prejuízo líquido de US$ 9,1 milhões no quarto trimestre, com venda de duas milhões de câmeras.
- Mesmo com medidas, rivais como DJI e Insta360 capturam participação, e as ações da GoPro subiram cerca de 1 por cento após o anúncio, indicando otimismo dos investidores.
GoPro anunciou um programa de reestruturação que envolve o corte de 23% da equipe global, equivalente a 145 funcionários. A medida, informada como parte de uma estratégia para retomar o lucro, custará entre US$ 11,5 milhões e US$ 15 milhões.
Segundo a companhia, a decisão busca acelerar a recuperação financeira diante de pressões macroeconômicas. A reportagem do The Wall Street Journal cita tarifas elevadas e custos de memória como desafios para os resultados.
No quarto trimestre, a GoPro reduziu em 26% suas despesas operacionais em comparação com 2024, mas registrou prejuízo líquido de US$ 9,1 milhões. A empresa vendeu 2 milhões de câmeras, queda de 20% frente ao mesmo período de 2024.
Mosaico competitivo
Rivais como DJI e Insta360 mantêm participação significativa do mercado, pressionando a atuação da GoPro. A reestruturação ocorre em meio a tentativas de diversificação de produtos e uso de inteligência artificial em aplicações de imagem.
A empresa também tem buscado novos lançamentos. Em 2025, apresentou produtos com foco em tecnologia 360 e o gimbal Fluid Pro AI, além de um chip voltado a profissionais. As ações reagiram com ganho de cerca de 1% após o anúncio.
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