- O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o governo atua para não haver alta nas passagens aéreas, mesmo com instabilidade no mercado internacional de energia.
- Entre as medidas, destacam-se a retirada de tributos federais sobre o querosene de aviação e a criação de uma linha de financiamento de R$ 3,5 bilhões pelo BNDES para o setor.
- O objetivo é evitar o repasse de custos aos consumidores e manter o acesso ao transporte aéreo.
- O governo está dialogando com as principais empresas aéreas para monitorar a situação e adotar medidas adicionais, se necessário.
- Silveira ressaltou que, apesar da incerteza externa, as ações visam impedir que a escalada de conflitos internacionais impacte os brasileiros.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o governo federal atua para impedir o aumento de preços das passagens aéreas, mesmo diante da instabilidade no mercado internacional de energia. O pronunciamento ocorreu durante o Latam Energy Week 2026, no Rio de Janeiro.
Entre as ações citadas pelo ministro, destacam-se a supressão de tributos federais sobre o querosene de aviação (QAV) e a criação de uma linha de financiamento de R$ 3,5 bilhões pelo BNDES para o setor. O objetivo é conter o repasse de custos ao consumidor.
Silveira informou que há diálogo com as principais companhias aéreas para monitorar a situação e adotar medidas adicionais, se necessário. O governo, segundo ele, busca preservar o acesso ao transporte aéreo diante do cenário externo incerto.
Mesmo com a volatilidade internacional, o ministro ressaltou que o governo seguirá atuando para mitigar impactos na economia e evitar reajustes nas tarifas. O planejamento, segundo ele, orienta manter a disponibilidade de voos para a população.
O ministro ressaltou ainda que o aumento de passageiros reforça a necessidade de evitar elevações de preço. Em síntese, a prioridade é não permitir que conflitos internacionais elevem o custo do deslocamento aéreo no Brasil.
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