- A Justiça do Rio aprovou a venda dos serviços de telefonia fixa da Oi, pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, com a Método Telecom vencedora do leilão.
- A proposta vencedora foi de 60,1 milhões de reais, pagos à vista, superando a Sercomtel Comunicações, que ofereceu 60 milhões em parcelas.
- O pacote inclui a operação de linhas fixas residenciais, números emergenciais 190, 192 e 193 e a continuidade dos serviços em mais de 7.400 localidades onde a Oi é provedora de última instância, até dezembro de 2028.
- A vencedora ficará responsável pela infraestrutura, incluindo torres, postes, fiação e telefones públicos, bem como pelos usuários atuais do serviço de telefonia fixa no país.
- A venda foi classificada pela Justiça como providência urgente para evitar interrupções de serviços essenciais; a transação ocorre sem dívidas antigas transferidas da Oi para a Método.
O Tribunal de Justiça do Rio aprovou, em audiência pública, nesta quarta-feira (8), a venda dos serviços de telefonia fixa da Oi. A decisão é da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A empresa Método Telecom foi declarada vencedora do leilão para assumir a Unidade Produtiva Isolada (UPI) Serviços Telefônicos, com uma proposta de R$ 60,1 milhões pagos à vista.
A disputa contou com outra candidata, Sercomtel Comunicações. A Sercomtel ofereceu R$ 60 milhões, mas com pagamento parcelado em dez vezes, o que pesou na avaliação. A proposta vencedora atendeu à exigência de pagamento em dinheiro e à vista, atendendo recomendações do Ministério Público.
O pacote envolve não apenas linhas residenciais de telefonia fixa, mas também a operação de números emergenciais como 190, 192 e 193. O acordo assegura continuidade do serviço em mais de 7.400 localidades onde a Oi atua como provedora de última instância, até dezembro de 2028.
Vencedora e condições do leilão
A Método Telecom fica responsável pela manutenção da infraestrutura de torres, postes, fiação e dos orelhões, além de atender a todos os usuários da rede. A vaga não envolve dívidas antigas do Grupo Oi, permitindo foco em investimentos na manutenção do serviço.
Garantia de funcionamento permanece como prioridade. A Justiça classificou a venda como medida urgente para evitar a interrupção de serviços públicos essenciais, especialmente em áreas remotas. A decisão da juíza Simone Gastesi Chevrand foi aprovada durante a audiência pública.
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