- O Tesouro Direto atingiu alta de até 2,60% nesta quarta-feira, 8, com a trégua na guerra entre Irã e Israel amenizando a aversão a risco.
- Títulos IPCA+ e Prefixados tiveram desempenho positivo, impulsionados pela melhora no cenário político e econômico global.
- O IPCA+ 2026 subiu 2,60%, enquanto o Prefixado 2024 avançou 2,10%.
- Analistas apontam que a expectativa de acordo de paz e menor volatilidade global ajudam os ativos de renda fixa, aliada à manutenção da Selic em 13,75% pelo Banco Central.
- Mesmo com o cenário externo favorável, investidores permanecem atentos às negociações internacionais e às próximas decisões do BC, que podem impactar os títulos públicos.
O Tesouro Direto registrou alta de até 2,60% nesta quarta-feira, 8, após a trégua entre Irã e Israel, que trouxe alívio ao mercado financeiro. Títulos IPCA+ e Prefixados tiveram desempenho positivo.
O IPCA+ 2026 avançou 2,60%, enquanto o Prefixado 2024 subiu 2,10%. Movimentações refletem maior busca por segurança e rentabilidade em meio a incertezas internacionais.
Analistas apontam que a expectativa de acordo de paz e a queda da tensão na região contribuíram para a recuperação de ativos de renda fixa. A atuação do Banco Central também é observada.
Desdobramentos globais
A melhora na conjuntura internacional é citada como fator de apoio aos títulos públicos, que oferecem proteção contra a inflação e rentabilidade previsível. Investidores monitoram riscos geopolíticos.
O calendário local aponta para continuidade da política monetária estável, com a Selic mantida em 13,75%. O mercado acompanha sinais de dicção entre governo e Congresso sobre reformas.
Panorama interno e riscos
O governo sinaliza avanços em reformas econômicas, enquanto o Congresso mantém diálogo com o Executivo. Essas fontes são vistas como suporte à confiança dos investidores.
Investidores devem observar as próximas semanas para impactos adicionais das negociações internacionais e de decisões do BC sobre o rendimento dos títulos do Tesouro Direto.
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