- O dólar à vista fechou em R$ 5,063, queda de 0,77%, no menor valor em dois anos (desde 9 de abril de 2024).
- O Ibovespa atingiu 195.129 pontos, alta de 1,52% e recorde, com o oitavo avanço consecutivo da bolsa.
- O desempenho externo positivo ajudou ativos brasileiros, com entrada de capital estrangeiro e valorização de petroleiras e bancos.
- O petróleo apresentou alta moderada: Brent em US$ 95,92 (alta de 1,23%) e WTI em US$ 97,87 (alta de 3,66%), diante de expectativa de distensão na região.
- Dados sugerem alívio com sinais de diálogo entre Israel e Líbano e relatos de pedidos do presidente dos EUA para reduzir ataques ao Líbano.
O dólar fechou em queda, atingindo o menor valor em dois anos, enquanto a bolsa brasileira alcançou recorde histórico nesta quinta-feira. O movimento foi impulsionado pelo alívio nas tensões do Oriente Médio e pelo maior apetite por ativos de risco, com sinais de diálogo entre Israel e Líbano.
Investidores acompanharam indicações de progressos diplomáticos na região, o que reduziu prêmios de risco e favoreceu emergentes, como o Brasil. A queda da moeda americana ocorreu em linha com o enfraquecimento global do dólar e a melhora do cenário externo.
O dólar à vista caiu 0,77%, para R$ 5,063, menor valor desde 9 de abril de 2024. Por volta das 14h40, chegou a R$ 5,05, conforme movimento de demanda por ativos de risco.
Dólar e cenário externo
O recuo do dólar reflete expectativas de distensão geopolítica e maior liquidez nos mercados. Dados sugerem que não houve impacto negativo significativo para ativos de risco no curto prazo.
Bolsa em alta
O Ibovespa fechou aos 195.129 pontos, alta de 1,52% e recorde histórico. O índice acumulou oito ganhos seguidos e é o 15º fechamento histórico de 2026.
A demanda externa apoiou o movimento, com valorização de ações de petroleiras e bancos, além de entrada de capitais estrangeiros. No ano, o Ibovespa registra alta superior a 21%.
Petróleo
Os preços do petróleo registraram alta moderada, mas recuaram no fim da sessão diante de sinais de avanço nas negociações regionais. Brent encerrou em US$ 95,92 o barril, +1,23%.
O WTI, nos EUA, subiu 3,66% para US$ 97,87 o barril. Os sinais de distensão na região impactaram a trajetória dos preços, que ainda permanecem sensíveis ao Estreito de Ormuz.
Com informações da Reuters
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