- O dólar fechou em queda de 0,80% frente ao real, em R$ 5,0626, o menor valor desde 9 de abril de 2024.
- O ambiente externo mais favorável ao risco ajudou a reduzir a demanda pela moeda norte-americana.
- Fluxo estrangeiro positivo e juros elevados mantêm o real atraente para investidores internacionais.
- As commodities também contribuíram para a valorização da moeda brasileira.
- Investidores acompanham desdobramentos geopolíticos e sinais de política monetária dos EUA, além da trajetória fiscal e dos juros no Brasil.
O dólar fechou em queda firme frente ao real nesta quinta-feira (9), em meio a um ambiente global mais favorável ao risco e ao enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior. O recuo ocorreu no último pregão da semana.
Ao final do dia, o dólar à vista caiu 0,80%, cotado a R$ 5,0626, o menor nível desde 9 de abril de 2024, quando terminou a R$ 5,0067. O movimento reflete fluxos e fatores técnicos vistos no mercado.
Cenário externo favorece emergentes
O ambiente internacional mais construtivo foi o principal impulso para a desvalorização do dólar, com arrefecimento de tensões geopolíticas reduzindo a demanda por ativos considerados seguros. Isso abriu espaço para valorização de moedas emergentes, incluindo o real.
Fluxo estrangeiro e juros sustentam real
No âmbito doméstico, o real contou com fluxo estrangeiro positivo e com um diferencial de juros ainda elevado, o que costuma atrair investidores internacionais. A valorização da moeda brasileira também refletiu o desempenho de commodities relevantes para a balança comercial.
Mercado segue atento
Mesmo com o alívio observado, investidores acompanham desdobramentos geopolíticos e futuras sinalizações de política monetária dos EUA. No Brasil, a trajetória fiscal e as expectativas para os juros continuam influentes para o câmbio nas próximas sessões.
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