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Governo estuda liberar R$ 17 bilhões do FGTS para trabalhadores endividados

Ministério do Trabalho estuda liberar cerca de R$ 17 bilhões do FGTS para quitar dívidas, especialmente cartão de crédito, via MP ainda em análise

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Foto: Creative Commons
  • O Ministério do Trabalho estuda liberar cerca de R$ 17 bilhões do FGTS para ajudar trabalhadores a pagar dívidas, principalmente as do cartão de crédito.
  • A primeira medida prevê a liberação de entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões para ajudar a quitar dívidas, com foco em pessoas de menor renda.
  • A segunda medida estima liberar cerca de R$ 7 bilhões para aproximadamente 10 milhões de trabalhadores aderirem ao saque-aniversário, com parte do saldo bloqueada como garantia de empréstimos.
  • A proposta prevê depósito direto na conta do trabalhador e possibilidade de somar dívidas de cartão de crédito, crédito pessoal e outras em uma única dívida com juros mais baixos e desconto no principal.
  • O texto ainda depende da edição de medida provisória e busca enfrentar o endividamento das famílias, devendo ser lançado nos próximos dias.

O Ministério do Trabalho analisa liberar cerca de 17 bilhões de reais do FGTS para ajudar trabalhadores a quitar dívidas, com foco em cartões de crédito. A proposta ainda está em estudo e pode ser anunciada pelo governo nos próximos dias.

A primeira medida prevê liberar entre 9 e 10 bilhões para quitação de dívidas, principalmente para pessoas de menor renda. A ideia é liberar valores aos trabalhadores para reduzir o peso dos encargos financeiros.

A segunda medida envolve cerca de 7 bilhões para cerca de 10 milhões de trabalhadores aderirem ao saque-aniversário, com parte do saldo já bloqueada como garantia de empréstimos. A liberação seria depositada diretamente na conta do trabalhador.

Medidas em análise

A proposta busca devolver recursos que ficaram bloqueados além do necessário nessas operações, visando facilitar o pagamento de dívidas. Há ainda a possibilidade de consolidar dívidas de cartão, crédito pessoal e outros empréstímos em uma única dívida com juros mais baixos e desconto no principal.

A reportagem indica que as medidas visam enfrentar o endividamento das famílias e que o texto depende de edição de Medida Provisória (MP). A implementação depende de avaliação técnica e aprovação pelas autoridades competentes.

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