- O Fundo de Apoio à Economia Local (FAL) de Juiz de Fora destinou R$ 3 milhões a empreendedores atingidos pelas enchentes na Zona da Mata, em Minas Gerais.
- As linhas de crédito terão juros entre 1,49% e 1,99% ao mês, com carência de até três meses.
- O parcelamento pode ocorrer em até 24 vezes fixas.
- O objetivo é facilitar a recuperação de pequenos e médios negócios afetados, estimulando a retomada econômica local.
- Interessados devem procurar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da prefeitura para obter informações e solicitar o crédito.
O Fundo de Apoio à Economia Local (FAL) de Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais, destina R$ 3 milhões para empreendedores atingidos pelas enchentes. A medida prevê linhas de crédito com condições facilitadas para apoiar a recuperação dos negócios da região.
Segundo a prefeitura, as parcelas terão juros entre 1,49% e 1,99% ao mês, com carência de até três meses e parcelamento em até 24 vezes fixas. O objetivo é facilitar o acesso ao crédito para pequenos e médios empreendedores impactados pelas chuvas.
A iniciativa faz parte de ações emergenciais para recompor a economia local e manter empregos. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico orienta os interessados a buscar informações diretamente no órgão municipal.
A Zona da Mata enfrentou alagamentos, deslizamentos e prejuízos a diversas comunidades, ampliando a necessidade de apoio financeiro para reativar atividades comerciais. A prefeitura reforça o compromisso de apoiar os empreendedores neste período de crise.
O foco do crédito é estimular a retomada dos negócios, com impacto esperado na circulação de renda na cidade e na continuidade de atividades econômicas afetadas pelas enchentes. A ação integra um pacote municipal de reconstrução econômica.
Quem quiser solicitar o crédito deve procurar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico ou acessar o site da prefeitura para informações adicionais. Não há previsão de prazos adicionais para confirmação das linhas.
A prefeitura ressalta que a iniciativa visa fortalecer o comércio local e reduzir impactos da calamidade na região, mantendo o equilíbrio entre recuperação econômica e responsabilidade fiscal.
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