- A inflação dos Estados Unidos ficou em 3,3% nos últimos doze meses até março, com o aumento da gasolina como principal impulso.
- O economista Pedro Leão Bispo afirma que a alta no petróleo impacta a cadeia além dos combustíveis, chegando à indústria de alimentos.
- Segundo ele, o frete é um fator definidor dos preços dos alimentos, já que o transporte depende de insumos e combustíveis.
- O especialista ressalta que guerras ajudam a aumentar a escassez e, consequentemente, os preços, devido a decisões políticas e de posicionamento geopolítico.
- A Record News acompanha análises sobre o tema, com conteúdos disponíveis no site da emissora.
A inflação nos Estados Unidos acelerou em março, atingindo 3,3% nos últimos 12 meses. O aumento está ligado principalmente ao elevação dos preços da gasolina, que tem provocado efeitos em cadeia na economia. Analistas destacam que a pressão inflacionária vai além do setor de combustíveis.
Especialistas ouvidos pela Record News apontam que a insegurança envolvendo o petróleo se reflete também em itens da indústria de alimentos. O deslocamento de mercadorias, puxado pelo frete, é apontado como um fator determinante para a pressão de preços.
Frete como definidor
O professor de finanças Pedro Leão Bispo afirma que o frete funciona como um termômetro da inflação. Segundo ele, quando o petróleo fica mais caro, o custo de transporte aumenta e repassa para produtos finais, como alimentos.
Ele explica que, mesmo com espaço para equilíbrio, a percepção de decisões políticas e geopolíticas influencia a trajetória dos preços. A escassez de insumos e a volatilidade energética costumam intensificar esse efeito no curto prazo.
A RECORD NEWS acompanha análises, entrevistas e conteúdos sobre o tema, com cobertura em texto e vídeo. Para mais informações, consulte o portal da emissora.
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