- A autoridade monetária selecionou cinquenta projetos de negócios para participar do piloto da tecnologia do real digital.
- O regulamento da segunda fase do Drex foi divulgado; propostas podem ser recebidas de 14 de outubro a 29 de novembro.
- O e-commerce pode faturar até R$ 235 bilhões em 2025, com crescimento de 10,5% em 2024 e ticket médio de R$ 492,40.
- Pagamentos com criptomoedas devem crescer quase 200% até 2030; cidade brasileira lidera como a que mais aceita bitcoin no mundo.
- Brasil avança como região-chave para o mercado cripto na América Latina.
O Banco Central selecionou 50 projetos de negócios que poderão integrar o piloto do real digital, etapa inicial da tecnologia em desenvolvimento. A iniciativa visa testar aplicações práticas do dinheiro digital em pagamentos e serviços.
A instituição também divulgou o regulamento da segunda fase do Drex, a moeda digital do real. Propostas devem ser enviadas entre 14 de outubro e 29 de novembro, para avaliação das autoridades.
Drex e perspectivas regulatórias
O BC indicou que a segunda fase de testes incluirá transações de créditos e de automóveis, com participação da CVM em parte dos temas. A etapa busca avançar com a validação técnica e regulatória do sistema.
O setor de e-commerce projeta desempenho robusto: associação estima faturamento de R$ 235 bilhões em 2025, com crescimento de 10,5% em 2024 e 414,9 milhões de pedidos, elevando o ticket médio a R$ 492,40.
Mercado cripto e adoção regional
Dados apontam que moedas digitais ganham espaço como opção de consumo diário, com o Brasil entre os mercados com maior aceitação de bitcoin. O país figura como polo da América Latina para a expansão da indústria.
O BC reforça que, apesar dos avanços, a segurança do novo arranjo permanece em aberto. O diretor de Política Monetária aponta agenda desafiadora e o estudo de alternativas pelas empresas.
Visão estratégica e eventos do ecossistema
O BC destacou que a digitalização do sistema financeiro segue como prioridade, com atuação para estimular inovação sem abrir mão de supervisão. O debate envolve reguladores e o setor privado.
Uma plataforma promove evento voltado a investidores de startups, nesta quarta-feira, para discutir oportunidades no ecossistema tecnológico e de capital de risco.
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