- O total de trabalhadores domésticos formais caiu mais de vinte e um por cento entre dois mil e dezesseis e dois mil e vinte e cinco, passando de mais de um milhão seiscentos mil para quase um milhão trezentos mil no ano passado.
- A PEC das Domésticas, implementada em dois mil e treze, é apontada como principal fator, ao ampliar direitos e aumentar o custo da formalização.
- A categoria inclui atividades como serviços gerais, babás, cuidadores de idosos, enfermeiros, jardineiros e motoristas.
- Minas Gerais é o segundo estado com mais empregados domésticos formais, ficando atrás apenas de São Paulo.
- Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego.
O total de trabalhadores domésticos formais no Brasil caiu mais de 21% entre 2016 e 2025. O recorte mostra queda no vínculo empregatício, com a carteira assinada cada vez menos presente nesse setor.
Entre fim de 2016 e o ano passado, o número passou de mais de 1,6 milhão para quase 1,3 milhão. A redução evidencia mudanças no mercado de trabalho na área de serviços domésticos.
A queda está associada a mudanças legislativas a partir de 2013, com a PEC das Domésticas. A medida ampliou direitos, mas elevou o custo da formalização para empregadores, o que influenciou a contratação formal.
Panorama regional
Minas Gerais figura como o segundo estado com mais empregados domésticos formais, ficando atrás apenas de São Paulo. O estado segue a tendência nacional de retração no emprego formal no setor.
A lista de atividades abrangidas pela categoria inclui serviços gerais, babás, cuidadores de idosos, enfermeiros, jardineiros e motoristas. Os números são observados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
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