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Transportes e alimentação elevam IPCA de março a 0,88%

Transportes e alimentação respondem por 76% do IPCA de março, elevando o índice a 0,88% com gasolina, diesel, leite e tomate em alta

Gasolina, passagens aéreas e diesel responderam por mais de 30% do IPCA de março - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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  • Em março, o IPCA foi de 0,88%, acima do mês anterior, que registrou 0,70%.
  • Transportes e Alimentação e bebidas juntos responderam por 76% da inflação de março.
  • Em Transportes, Gasolina subiu 4,59% (impacto de 0,23 p.p.); Passagem aérea, 6,08%; Diesel, 13,90%.
  • Em Alimentação e bebidas, Leite longa vida subiu 11,74% e Tomate, 20,31% (impactos de 0,07 p.p. e 0,05 p.p.).
  • Salvador teve a maior variação entre as regiões pesquisadas (1,47%), while Rio Branco ficou em 0,37%; SP e RJ registraram 0,78% e Belo Horizonte, 0,93%.

Em março, o IPCA atingiu 0,88%, ante 0,70% em fevereiro. Transportes e alimentação e bebidas foram os principais responsáveis, juntos respondendo por 76% da inflação do mês. A alta veio da Gasolina, passagens aéreas, diesel, leite longa vida e tomate.

O gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, aponta que as incertezas no cenário internacional já influenciam alguns subitens, especialmente combustíveis. No acumulado do ano, o índice subiu 1,92%; nos últimos 12 meses, 4,14%.

Todos os grupos do IPCA registraram elevação de preços, com Transportes puxando o índice em 1,64% e Alimentação e bebidas em 1,56%. Esses dois grupos somam 76% do IPCA de março, enquanto os demais oscilaram entre 0,02% e 0,65%.

Desempenho por grupo

Transportes, com alta de 1,64% (impacto de 0,34 p.p.), lidera o IPCA, seguido por Alimentação e bebidas, em 1,56% (0,33 p.p.). A alta de outros itens ficou entre 0,02% (Educação) e 0,65% (Despesas pessoais). Os subitens Gasolina, Passagem aérea e Diesel contribuíram significativamente, ainda que com pesos diferentes no índice.

Variação regional e peso dos estados

Entre 16 locais pesquisados, Salvador teve a maior variação do IPCA em março, 1,47%, puxada pela gasolina e carnes. Rio Branco registrou a menor variação, 0,37%, pela queda em energia elétrica residencial e frutas. Nas regiões metropolitanas, São Paulo ficou em 0,78% e Belo Horizonte em 0,93%.

INPC e comparação

O INPC avançou 0,91% em março, 0,35 p.p. acima de fevereiro (0,56%). No ano, o índice subiu 1,87% e nos últimos 12 meses, 3,77%. O grupo de alimentos do INPC acelerou de 0,26% para 1,65% entre fevereiro e março, enquanto não alimentícios passaram de 0,66% para 0,67%.

Observações adicionais

Entre as 16 localidades, Salvador abriu o maior salto do INPC, 1,52%, devido à gasolina e tomates. Rio Branco teve a menor variação, 0,33%, com recuos em energia elétrica residencial e óleo de soja. O próximo resultado do IPCA, referente a abril, será divulgado em 12 de maio.

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