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Vale anuncia usina em MG para produzir minério de ferro com rejeitos de barragem

Vale inicia usina de rejeitos para produzir dois milhões de toneladas por ano, integrada à descaracterização da barragem Sul Superior em Minas

Vista da mina Gongo Soco, operada pela Vale, em Barão de Cocais, Brasil
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  • Vale inicia neste ano a construção de uma usina de processamento de rejeitos e estéril com capacidade de dois milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
  • A usina entrará em operação em dois mil e vinte e sete e integra o projeto de descaracterização da barragem Sul Superior em Minas Gerais.
  • O projeto será instalado na mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais, e utilizará rejeitos da descaracterização e materiais de duas pilhas da unidade.
  • A produção seguirá pela Estrada de Ferro Vitória a Minas e a construção deve durar cerca de dezenove meses; a descaracterização está prevista para ser concluída em dois mil e vinte e nove.
  • A Vale planeja que, até dois mil e trinta, cerca de dez por cento da produção anual vindo de fontes circulares, com o aproveitamento de rejeitos já crescido em mil e vinte e quatro.

A Vale iniciou neste ano a construção de uma usina de processamento de rejeitos e estéril com capacidade para produzir 2 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. O objetivo é ampliar o reaproveitamento de matérias-primas antes rejeitadas, dentro de uma estratégia de economia circular.

A usina deve começar a operar em 2027 e integra o projeto de descaracterização de uma barragem em Minas Gerais. A produção previsto será escoada pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). A iniciativa ocorre em Barão de Cocais, na região de Gongo Soco.

O empreendimento utilizará rejeitos da descaracterização da barragem Sul Superior, além de materiais de duas pilhas existentes da unidade. A Vale também informou que o cronograma prevê 19 meses de construção e conclusão da descaracterização em 2029.

Segundo a empresa, a solução de concentração magnética maximiza a recuperação de minério contido no rejeito, com o reaproveitamento ocorrendo ao longo dos próximos anos. A executação está alinhada ao cronograma do descomissionamento da barragem.

A barragem Sul Superior faz parte do programa de descaracterização de estruturas construídas pelo método a montante. Até o momento, 19 das 30 unidades previstas já foram eliminadas, o que corresponde a 63% de execução.

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