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Ashes of Creation: US$3,2 milhões gastos com chefs privados e cartas

Relatório sustenta que fundos de Kickstarter de Ashes of Creation foram usados para fins pessoais, incluindo chef particular e itens de colecionismo, gerando controvérsia

Intrepid Studios
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  • Investidores do MMORPG Ashes of Creation, da Intrepid Studios, estão em disputa legal pública após o jogo ser removido da Steam em fevereiro, mesmo com arrecadação de $3,2 milhões no Kickstarter.
  • Um relatório do canal NefasQS, publicado em 11 de abril, afirma ter obtido o livro-caixa da Intrepid (2015–2026) e descreve uso de recursos para fins pessoais, apontando riscos financeiros da empresa.
  • Entre os gastos alegados estão pagamento a um chef particular, $41.717 em leilões de itens históricos, $421,91 a uma loja de charutos de luxo e dezenas de milhares de dólares a lojas de cartas colecionáveis e miniaturas.
  • A ledger também menciona a empresa Gore Oil, que recebeu $81.166; a Gore Oil era proprietária do imóvel em San Diego de Steven Sharif e John Moore, adquirido por $4,9 milhões em 2020.
  • Desde o vídeo, Sharif e o uso dos recursos seguem sem comentários diretos; o ex-CEO afirmou que defenderia-se apenas em tribunal, onde fatos e evidências determinariam o desfecho, após vencer uma ação contra o conselho em março.

Em Ashes of Creation, o MMORPG da Intrepid Studios, a campanha de Kickstarter rendeu 3,2 milhões de dólares, hoje alvo de disputa legal entre ex-diretores e conselheiros. O jogo foi removido da Steam em fevereiro, ampliando o escrutínio sobre a gestão financeira da empresa.

Segundo um relatório do canal NefasQS, o now-defunto estudo divulgou que houve uso de fundos da empresa para fins pessoais. O material descreve gastos com um chef particular, itens de leilões históricos e lojas de cartas colecionáveis. As informações teriam ocorrido entre 2015 e 2026.

A denúncia aponta ainda para a empresa Gore Oil, cuja conta recebeu 81.166 dólares. A Gore Oil era a titularidade da casa em San Diego de Steven Sharif e de seu marido, John Moore, comprada em 2020 por 4,9 milhões de dólares.

O material do NefasQS também menciona pagamentos a lojas de miniaturas e cartões colecionáveis, somando centenas de milhares de dólares. Há registro de atividades financeiras consideradas atípicas pela gestão do estúdio.

Desde a publicação do vídeo, a comunidade tem respondido com ações para remover o conteúdo, enquanto o próprio Sharif mantém posição pública de defesa apenas em processo judicial. Em março, ele comemorou uma vitória judicial sobre a diretoria em um tribunal da Califórnia.

O caso segue em aberto, com o canal NefasQS afirmando ter obtido e processado o livro-razão da Intrepid Studios de 2015 a 2026. A gravidade das acusações depende de veracidade e de futuras comprovações em ações legais.

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