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Brasil tem 7.400 km de ferrovias abandonadas que demandam R$75 bilhões

Sete mil quatrocentos quilômetros de ferrovias abandonadas exigem R$ 75 bilhões em investimentos públicos; nenhum trecho poderia ser reativado apenas com capital privado

Estudo sobre ferrovias abandonadas será usado para embasar o planejamento logístico do Brasil
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  • O Brasil tem cerca de sete mil quatrocentos quilômetros de ferrovias abandonadas, que demandam setenta e cinco bilhões de reais em investimentos públicos para reativação, conforme estudo do Ministério dos Transportes.
  • Segundo a pesquisa, nenhum trecho poderia ser reativado apenas com investimento privado, devido às condições das linhas e à necessidade de melhorias estruturais.
  • A maior concentração de ferrovias abandonadas fica nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com destaque para os estados Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso.
  • A reativação poderia facilitar o transporte de cargas, reduzir custos logísticos e diminuir o uso de rodovias com problemas de congestionamento e acidentes.
  • O governo pretende investir em parcerias público-privadas e recursos próprios, usando o estudo como base para o planejamento logístico do país nos próximos anos.

O Brasil tem cerca de 7.400 quilômetros de ferrovias abandonadas, que demandam aproximadamente R$ 75 bilhões em investimentos públicos para serem reativadas. O dado é de um estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério dos Transportes. Nenhum trecho, segundo a pesquisa, poderia ser reativado apenas com investimento privado.

A maior concentração de ferrovias abandonadas fica nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com destaque para Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso. As linhas foram desativadas por motivos econômicos, falta de manutenção ou problemas ambientais.

O estudo aponta que a reativação pode impulsar a economia ao facilitar o transporte de cargas e reduzir custos logísticos. Também tende a diminuir o uso excessivo de rodovias, que sofrem com congestionamentos e acidentes.

Segundo o Ministério, a reativação é prioridade do governo federal, que prevê parcerias público-privadas e recursos próprios para viabilizar o projeto. A meta é ampliar a capacidade de transporte de cargas e estimular o desenvolvimento regional.

A pesquisa reforça que a modernização da malha existente, aliada à construção de novas linhas, é essencial para o crescimento sustentável do país. O objetivo é diversificar a matriz de transporte e reduzir emissões de gases de efeito estufa.

O levantamento completo será utilizado como base para o planejamento logístico do Brasil nos próximos anos, conforme o Ministério dos Transportes. As informações foram divulgadas pela pasta nesta quarta-feira.

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