- Governo de São Paulo terá empréstimo do Banco do Brasil com taxa de CDI + 1,59% para financiar a parte paulista na PPP do túnel imerso entre Santos e Guarujá.
- O empréstimo terá garantia da União e foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, em solenidade na segunda-feira, 13.
- O ato contou com a participação do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, do ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, e da presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros; o único representante do governo paulista foi o secretário de Fazenda, Samuel Kinoshita.
- Alckmin destacou que o financiamento prevê um ano de carência e 23 anos para quitação do empréstimo.
- A PPP do túnel Santos-Guarujá envolve R$ 5,2 bilhões, com R$ 2,6 bilhões de recursos estaduais e a outra metade vindo de recursos federais via Autoridade Portuária de Santos (APS).
O Estado de São Paulo terá um empréstimo via Banco do Brasil com taxa CDI + 1,59% para custear a parte paulista na PPP do túnel imerso entre Santos e Guarujá. O acordo terá garantia da União e foi anunciado nesta segunda-feira (13).
Participaram da solenidade o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro Tomé Franca (Portos e Aeroportos) e a presidente do BB, Tarciana Medeiros. O único representante do governo paulista foi o secretário de Fazenda, Samuel Kinoshita.
Segundo o governo, o empréstimo oferece carência de 1 ano e prazo total de 23 anos para quitação. A PPP do túnel prevê investimento total de 5,2 bilhões de reais, com 2,6 bilhões vindo do Estado e 2,6 bilhões da União via APS.
Detalhes da estrutura financeira
O financiamento terá garantia da União e integra o aporte paulista na PPP. O projeto prevê a construção e operação do túnel imerso, como parte de investimentos em infraestrutura portuária e rodoviária da região.
A PPP envolve recursos públicos divididos entre o Estado e a Autoridade Portuária de Santos, com o restante a ser aportado pela iniciativa privada conforme o cronograma do contrato.
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