- O dólar fechou abaixo de 5 reais pela primeira vez em mais de dois anos, em 4,997, com mínima de 4,983 durante o pregão.
- O Ibovespa atingiu recorde nominal, encerrando aos 198.000,71 pontos (máxima de 198.173,39).
- A última vez que o dólar fechou abaixo de 5 foi em 27 de março de 2024, a 4,979.
- O preço do petróleo Brent subiu para 98,43 dólares o barril, alta de 3,38% no dia (máxima acima de 103,49).
- A inflação brasileira acumulada em doze meses até março foi de 4,14%, com alta mensal de 0,88%, levando economistas a projetarem inflação de 4,71% para 2026.
O dólar comercial fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos. Nesta segunda-feira (13.abr.2026), a moeda terminou em R$ 4,997, com mínima intraday de R$ 4,983, segundo dados do mercado.
O Ibovespa, principal indicador da B3, atingiu recorde nominal de 198.000,71 pontos, com alta de 0,34%. A máxima do dia foi de 198.173,39 pontos, refletindo balanço positivo de ativos brasileiros no pregão.
A queda do dólar quebra o patamar psicológico de 5 reais e reforça o cenário positivo para ativos locais. A marca anterior de fechamento abaixo de 5 foi em 27 de março de 2024, quando encerrou aos R$ 4,979.
Contexto externo e doméstico
O preço do petróleo Brent subia, acelerando para US$ 98,43 o barril às 17h, alta de 3,38%, com máxima diária acima de US$ 103,49. O contexto internacional influencia fluxos de capitais e câmbio.
No cenário doméstico, operadores monitoram a piora na projeção de inflação no Brasil. A mediana das estimativas subiu de 4,36% para 4,71% neste mês, elevando a expectativa de aperto monetário. O IBGE aponta inflação de 4,14% em 12 meses até março, com alta mensal de 0,88%.
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