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Dólar fecha abaixo de R$5 pela 1ª vez em dois anos; petróleo sobe

Dólar fecha abaixo de R$ 5,00 pela primeira vez em dois anos após sinalizações de Trump sobre acordo com o Irã; petróleo sobe para perto de US$ 100

Dólar: em 2026, a moeda americana caiu quase 9% ante o real
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  • Dólar fechou abaixo de R$ 5,00 pela primeira vez em dois anos, em R$ 4,9980, queda de 0,25%.
  • O movimento ocorreu após Trump dizer que o Irã quer fechar um acordo, elevando o otimismo e ajudando o real a uma recuperação intradiária.
  • Preços do petróleo subiram cerca de quatro por cento, com Brent a US$ 99,36 e WTI a US$ 99,08, diante da tensão no Oriente Médio e da possível solução diplomática.
  • O Ibovespa atingiu novo recorde, acima de 198 mil pontos, fechando em 198.000,71 pontos, impulsionado pela Vale e Petrobras e pelo cenário externo favorável.
  • Entre os destaques, Vale avançou cerca de 2,1%, e Petrobras subiu entre 1,5% e 1,8%, acompanhando o rally das commodities e a divulgação de nova descoberta de hidrocarbonetos pela estatal.

O dólar fechou abaixo de 5 reais pela primeira vez em dois anos, encerrando a sessão em 4,9980 reais, com queda de 0,25%. O movimento ocorreu após Trump indicar abertura de acordo com o Irã, reduzindo tensões no curto prazo. O patamar anterior foi de 5,04 reais pela manhã.

O recuo veio após o início negativo, quando EUA e Irã não chegaram a um acordo no fim de semana. Trump citou a possibilidade de fechar o Estreito de Ormuz, provocando retaliação iraniana e mexendo com expectativas de paz.

Ao longo do dia, investidores reagiram à fala de Trump de que o Irã “quer fechar um acordo” e não permitirá armas nucleares. Atraíram-se compras no real, ajudando o dólar a recuar após alta iniciada pela manhã.

Dólar e petróleo

Petróleo acompanha a escalada de tensões globais, com Brent subindo 4,4% para US$ 99,36. WTI avançou 2,6%, para US$ 99,08. Na sessão, o Brent chegou a subir mais de US$ 8 por barril.

Mercados sinalizam que guerra interrompeu grandes fluxos de petróleo pelo Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do suprimento global. Trump terá dito que 34 navios passaram pelo estreito no domingo, números não verificados pela Reuters.

Recebendo apoio, o petróleo à vista na Europa chegou a rondar recordes de US$ 150 por barril. Analistas destacam que um fechamento de bloqueio marítimo ampliaria a convergência entre mercados físico e de papel.

Ibovespa e ações

Ibovespa atingiu novo recorde, acima de 198 mil pontos, impulsionado por Vale e Petrobras e pela alta de commodities. O índice subiu 0,34%, fechando em 198.000,71 pontos, com máxima de 198.173,39 e volume de R$ 29,7 bilhões.

O mercado externo também favoreceu fluxos para ações brasileiras, com o S&P 500 em alta de 1,02%. Analistas destacam que o Brasil permanece entre os favoritos entre mercados emergentes diante de fluxos.

Entre os destaques, Vale subiu 2,07%, puxada pela alta do minério de ferro na China. Petrobras ON ganhou 1,78% e PN, 1,53%, acompanhando o movimento de petróleo e notícias de novas descobertas no pré-sal.

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