Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Fazenda diz que medidas contra alta de combustíveis permitem corte da Selic

Débora Freire afirma que ações para conter impactos da guerra sobre combustíveis mantêm a inflação sob controle e ajudam a manter queda da Selic

“É importante entender também que nós estamos diante de um choque de oferta, e os juros, nesse caso, podem não ser um instrumento efetivo”, disse ao jornal.
0:00
Carregando...
0:00
  • O Ministério da Fazenda sustenta que medidas para conter impactos da guerra nos preços dos combustíveis podem ajudar a manter a inflação sob controle e abrir espaço para a continuidade da queda da Selic, afirmou a secretária de Política Econômica, Débora Freire, em entrevista ao Valor Econômico.
  • Freire destacou que é um choque de oferta e que, nesse cenário, os juros podem não ser o instrumento mais adequado.
  • A alta do petróleo pode, ao mesmo tempo, estimular a atividade e a arrecadação, mas eleva custos de insumos como fertilizantes e derivados.
  • Não há necessidade de novas medidas no momento; a alta de alimentos em março é considerada sazonal, e não há urgency de ações adicionais sobre fertilizantes.
  • O governo estuda reduzir o endividamento de famílias e empresas por meio de renegociação com linhas mais baratas e fundos garantidores, com condicionalidades para famílias (exemplo: restrição a crédito para apostas online) e foco em micro e pequenas empresas.

O Ministério da Fazenda avalia que as medidas adotadas para conter os impactos da guerra sobre os preços dos combustíveis podem ajudar a manter a inflação sob controle e sustentar a queda da Selic. A avaliação foi feita pela secretária de Política Econômica, Débora Freire, em entrevista ao Valor Econômico publicada em 13 de abril de 2026.

Freire afirmou que o choque é de oferta e que os juros podem não ser o instrumento mais eficaz nesse cenário. A percepção é de que, embora a alta do petróleo possa estimular a atividade e a arrecadação, também eleva custos de insumos como fertilizantes e derivados.

A secretaria ressaltou que não há necessidade de novas medidas no momento. A alta de alimentos em março foi tratada como sazonal, e não há sinal de ação adicional para fertilizantes, segundo a leitura da equipe econômica.

No aspecto fiscal e monetário, projeta-se que o Brent chegue a US$ 73,09 o barril em março, frente a US$ 65,97 em fevereiro. Dados oficiais embasariam a condução prudente da política econômica.

A Fazenda estuda ainda medidas para reduzir o endividamento de famílias e empresas. A ideia é substituir dívidas mais caras por linhas mais baratas, com apoio de fundos garantidores, mantendo condicionantes para evitar novo ciclo de endividamento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais