- Estudantes universitários estão deixando de buscar apenas empregos tradicionais, buscando abrir suas próprias empresas, com pesquisa de mercado, protótipos e registro de empresas em Delaware.
- Dhruv Shajikumar, ainda no primeiro semestre na Carnegie Mellon University, começou a desenvolver uma plataforma de inteligência artificial para consultorias.
- Ele pediu licença da universidade em janeiro e, até o fim do mês, os cofundadores levantaram cerca de $2 milhões em capital pré-seed.
- Em algumas chamadas, investidores demoravam apenas dez minutos para fechar acordos.
- O movimento mostra que empreender pode fortalecer o currículo e até render pagamento.
Já não basta ingressar na faculdade para muitos estudantes: eles começam a empreender para construir currículo, aprender sobre negócios e até receber pagamento. A ideia ganhou impulso entre alunos que veem o mercado de trabalho competitivo.
Dhruv Shajikumar, então no primeiro semestre da Carnegie Mellon University, iniciou o desenvolvimento de uma plataforma de inteligência artificial voltada a firmas de consultoria. Ele tirou licença temporária da universidade em janeiro para dedicar-se ao projeto.
Ao fim de janeiro, o grupo de cofundadores já havia levantado cerca de 2 milhões de dólares em capital pré-seed. Shajikumar relata que, em algumas chamadas, investidores tomavam decisões em apenas 10 minutos.
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