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FMI eleva projeção do PIB do Brasil para 1,9% em 2026

FMI eleva Brasil em 2026 para 1,9%, mas projeta 2,0% em 2027; crescimento global fica em 3,1% para 2026 e 3,2% para 2027

O FMI melhorou a projeção de crescimento do Brasil em 0,3 ponto percentual
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  • FMI eleva a projeção de crescimento do PIB do Brasil para 1,9% em 2026, ante 1,6% de janeiro.
  • Para 2027, a previsão passou a 2,0%.
  • O FMI manteve a projeção mundial em 3,1% para 2026 e 3,2% para 2027.
  • A América Latina e o Caribe deve crescer 2,3% em 2026; o Brasil fica abaixo da média regional.
  • Inflação brasileira é estimada em 4,0% em 2026 e 3,4% em 2027.

O FMI elevou a projeção de crescimento do PIB do Brasil para 2026 de 1,6% para 1,9%, divulgando no relatório de abril. A previsão para 2025 ficou em 2,3%. O mundo, segundo o FMI, deve crescer 3,1% neste ano.

Apesar da melhoria, a taxa brasileira deve desacelerar frente a 2025, quando houve expansão de 2,3%. Para 2027, o FMI reduziu a expectativa de 2,3% para 2,0%.

A América Latina e o Caribe deve manter expansão de 2,3% em 2026. O Brasil, porém, fica abaixo da média regional. A projeção para 2027 é de 2,7% para a região.

O relatório aponta que o conflito no Oriente Médio tem efeito heterogêneo na região, atingindo mais as economias menores. O FMI estima impactos variados conforme grau de integração comercial.

Segundo o fundo, choques externos elevam preços de commodities e pressões inflacionárias. A aversão ao risco nos mercados financeiros também amplifica efeitos sobre as expectativas.

No caso dos EUA, a previsão de crescimento do PIB em 2026 subiu de 2,1% para 2,2%. A China teve redução, de 4,5% para 3,6%, refletindo condições domésticas e conjunturais.

O FMI também indica que o petróleo pode sustentar parte do crescimento brasileiro em 2026, por meio de receitas de exportação, ainda que sujeito a volatilidade de preços.

Para 2026, a inflação no Brasil é estimada em 4,0%, abaixo da mediana do mercado de 4,7%. Em 2027, o FMI projeta IPCA em 3,4%, mantendo trajetória de desaceleração.

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