- A tether.wallet, carteira digital da Tether, chega para uso direto pelo usuário, com foco em autocustódia e pagamentos sem intermediários.
- O portfólio é enxuto, incluindo USDT, USAT, Tether Gold (XAUT) e Bitcoin.
- As chaves privadas ficam com o usuário e as transações são assinadas no dispositivo, sem intermediários.
- Transfers usam identificadores legíveis e cobram taxas diretamente com o ativo transferido.
- A carteira funciona com o Wallet Development Kit da Tether e é compatível com Ethereum, Polygon, Arbitrum e Lightning Network.
A Tether lançou sua carteira digital tether.wallet, marcar a entrada direta da empresa no relacionamento com usuários finais. O objetivo é ampliar o foco em autocustódia, simplicidade de uso e pagamentos sem intermediários, mantendo a soberania financeira.
A carteira permite enviar recursos por identificadores legíveis, em vez de endereços complexos, e pagar taxas com o próprio ativo transferido. Segundo o CEO Paolo Ardoino, a ideia é tornar as transferências tão simples quanto enviar uma mensagem.
Poucos ativos, autocustódia e foco no usuário
A tether.wallet suporta USDT, USAT, o Tether Gold (XAUT) e Bitcoin. A seleção prioriza ativos considerados relevantes para a maioria dos usuários, segundo a empresa, com ênfase na autocustódia.
As chaves privadas permanecem sob controle do usuário, e as transações são assinadas localmente no dispositivo. Não há necessidade de intermediários para realizar pagamentos ou transferências.
Integração técnica e visão de futuro
A carteira utiliza o Wallet Development Kit da Tether e oferece suporte a Ethereum, Polygon, Arbitrum e Lightning Network. A iniciativa reforça a estratégia da empresa de ampliar ferramentas para desenvolvedores e plataformas digitais.
A empresa apresenta uma visão de longo prazo em que sistemas automatizados e agentes de inteligência artificial operem pagamentos com base em carteiras autocustodiais e ativos como Bitcoin e stablecoins.
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