- Banco Central avalia regras mais rígidas para captação de recursos via depósitos garantidos e deve estabelecer limites de alavancagem dos instrumentos neste ano.
- O diretor de Regulação, Gilneu Vivan, mencionou um “intenso debate” sobre o tema, citando os eventos de 2025 sem detalhar a liquidação do Banco Master.
- O caso Master gerou despesas do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) acima de R$ 40 bilhões, após problemas de liquidez e venda de carteiras fraudulentas.
- O BC revisará regras de distribuição de ativos financeiros e a estrutura do sistema de garantia, além de fortalecer combate a fraudes e a segurança cibernética.
- Também está em foco a revisão de tarifas, com expectativa de finalizar regulamentação de serviços de câmbio até o fim do ano.
O Banco Central avalia reforçar as regras para captação de recursos via depósitos garantidos. O objetivo é limitar o quanto as instituições podem alavancar esses instrumentos e ampliar a segurança do sistema financeiro. A afirmação foi feita nesta quarta-feira pelo diretor de Regulação, Gilneu Vivan.
Segundo Vivan, há um intenso debate sobre o tema, especialmente em função dos eventos de 2025. O BC trabalha em melhorias para o ano, sem mencionar especificamente casos recentes durante o encontro promovido pela Associação Brasileira de Fintechs.
Medidas em avaliação
Vivan afirmou que o BC revisará, neste ano, regras para distribuição de ativos financeiros e a estrutura do sistema de garantia. Novas normas devem fortalecer a defesa contra fraudes e ampliar a segurança cibernética, diante de restrições orçamentárias.
O diretor também informou que a instituição estuda uma revisão de regulamentações de tarifas. Além disso, até o fim do ano, o BC pretende finalizar a regulamentação de serviços de câmbio, conforme agenda oficial.
Entre na conversa da comunidade