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Disney inicia demissão em massa que afeta 1.000 trabalhadores

Disney inicia demissão em massa de cerca de 1.000 funcionários para reduzir custos; cortes afetam produção, marketing e parques, com possível impacto internacional

Atual gestor, Josh D'Amaro tem como missão reduzir custos da empresa
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  • A Walt Disney Company iniciou demissões de cerca de 1.000 funcionários como parte de um plano para reduzir custos operacionais.
  • O atual presidente executivo, Josh D’Amaro, comanda a nova rodada de cortes, substituindo Bob Iger.
  • Os desligamentos atingem áreas de produção, marketing e parques temáticos, começando nos Estados Unidos e podendo alcançar subsidiárias internacionais.
  • A reestruturação busca economizar bilhões de dólares diante da queda de receitas de televisão a cabo e da concorrência no streaming.
  • As ações da empresa subiram na bolsa após o anúncio, enquanto sindicatos criticaram a medida, dizendo que a sobrecarga recairá sobre os funcionários remanescentes.

A Walt Disney Company iniciou uma rodada de demissões em massa, com cerca de 1.000 funcionários que já podem ser desligados. A medida faz parte de um plano de reduzir custos operacionais da empresa.

O movimento é liderado por Josh D’Amaro, atual presidente da empresa, que substituiu Bob Iger. Iger retornou ao comando no fim de 2022 para reestruturar a companhia, cortar gastos e ampliar o lucro no streaming. Os cortes atingem produção, marketing e parques temáticos, segundo memorando interno divulgado ontem.

Inicialmente, as demissões devem ocorrer nos Estados Unidos, com possibilidade de avanço para subsidiárias internacionais à medida que a reestruturação avança. A Disney afirma buscar economizar bilhões de dólares para enfrentar a queda de receitas da TV a cabo e a competitividade no ambiente digital.

O que motivou a reestruturação

A direção diz que a medida é necessária para equilibrar as finanças diante do universo de streaming, onde o custo de produção de séries e filmes tem pressionado as margens. O crescimento de assinantes do Disney+ não foi suficiente para sustentar ganhos consistentes.

A empresa já promoveu cortes significativos anteriormente, incluindo a redução de cerca de 7.000 empregos em etapas, sob a liderança de Iger. A estratégia busca melhorar o fluxo de caixa da companhia a curto prazo.

Reação do mercado e dos trabalhadores

Após o anúncio, as ações da Disney registraram valorização na bolsa, com investidores simulando melhoria de liquidez. A direção destaca que as medidas visam sustentar a saúde financeira de todas as unidades.

Entretanto, sindicatos criticaram a decisão, afirmando que a sobrecarga recairá sobre os funcionários remanescentes. Representantes dos trabalhadores ressaltam impacto direto em famílias e condições de trabalho.

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