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Firjan, ACRJ e Fecomércio criticam redistribuição de royalties do petróleo

Firjan, ACRJ e Fecomércio pedem ao STF a inconstitucionalidade da redistribuição dos royalties do petróleo, citando perdas de até R$ 24 bilhões

Na imagem, barris de petróleo; instituições pedem que o STF declare a inconstitucionalidade da legislação para evitar prejuízos às finanças estaduais e municipais
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  • Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), ACRJ (Associação Comercial do Rio de Janeiro) e Fecomércio RJ entregaram, na terça-feira, um manifesto ao governador em exercício Ricardo Couto contra a redistribuição dos royalties do petróleo em julgamento no Supremo Tribunal Federal.
  • O documento cita que a mudança nas regras, em análise na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.917, pode provocar perdas de cerca de R$ 9 bilhões por ano para o estado e R$ 15 bilhões para os municípios fluminenses.
  • Segundo as entidades, o impacto afeta áreas como saúde, educação, segurança pública e investimentos, além de representar risco ao pacto federativo e à segurança jurídica.
  • O manifesto solicita ao Supremo Tribunal Federal o reconhecimento da inconstitucionalidade da legislação em debate para evitar prejuízos estruturais às finanças estaduais e municipais.

Na terça-feira (14 abr 2026), Firjan, ACRJ e Fecomércio RJ entregaram ao governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, um manifesto contrário à redistribuição dos royalties do petróleo em pauta no STF. A ADI 4917 é o foco da contestação. O objetivo é evitar prejuízos às finanças estaduais e municipais.

O documento aponta que a mudança pode provocar perdas de cerca de R$ 9 bilhões por ano para o estado e R$ 15 bilhões para os municípios fluminenses. O efeito seria sentido em áreas como saúde, educação, segurança pública e investimentos públicos.

O manifesto sustenta que a redistribuição coloca em risco o pacto federativo e a segurança jurídica. As entidades pedem ao STF a declaração de inconstitucionalidade da legislação em discussão, para evitar impactos estruturais nas finanças públicas estaduais e municipais.

Impactos financeiros esperados

  • Perdas anuais estimadas: R$ 9 bilhões para o estado e R$ 15 bilhões para os municípios.
  • Principais áreas afetadas: saúde, educação, segurança pública e investimentos.
  • Contexto: disputa sobre regras de distribuição de royalties no STF, ADI 4917.

O grupo reforça que a decisão pode agravar desequilíbrios históricos no Rio de Janeiro e ressalta a importância de manter a segurança jurídica no tratamento dos recursos do petróleo. As entidades não comentaram outras etapas do processo.

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