- Ibovespa caiu 0,19%, aos 198.274 pontos, em sessão de leve correção após cinco recordes seguidos.
- Dólar comercial caiu 0,09%, a R$ 4,989, ficando próximo da estabilidade pela segunda sessão.
- Nos EUA, o S&P 500 subiu 0,14%, o Nasdaq avançou 0,52% e o Dow Jones cedeu 0,37% por volta das 11h, com expectativa de nova rodada de negociações EUA-Irã.
- Não há confirmação de contatos, mas o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao The New York Post que as negociações podem recomeçar nos próximos dois dias e citou a guerra como perto do fim.
- Analistas destacam que a liquidez relacionada ao conflito pode recuar, favorecendo ativos de maior risco, com o setor de tecnologia americano em alta recente.
O Ibovespa recua nesta quarta-feira (15) diante do sentimento global que permanece apoiando um possível avanço das negociações entre EUA, Israel e Irã sobre o conflito no Oriente Médio. O recuo ocorre após a temporada de cinco pregões consecutivos de recordes no índice da B3.
Às 11h, o Ibovespa operava -0,19%, aos 198.274 pontos, enquanto o dólar comercial ficou próximo da estabilidade, em queda de 0,09%, cotado a R$ 4,989. O movimento ocorre apesar de o dólar ter ficado abaixo de R$ 5,00 nas sessões anteriores.
Cenário internacional
No exterior, os principais índices dos EUA operavam em queda ou alta modesta, com investidores avaliando novas negociações entre EUA e Irã após a ausência de avanços no fim de semana. Não havia confirmação oficial sobre contatos, mas o presidente dos EUA, Donald Trump, indicou ao The New York Post que as conversas podem ocorrer nos próximos dois dias, e à Fox Business comentou que a guerra estaria próxima do fim.
O S&P 500 avançava levemente, aproximando-se de seu recorde histórico, enquanto o Dow Jones caía. O Nasdaq mostrava alta expressiva, estendendo uma tendência de ganhos em meio a avaliações sobre o ambiente macroeconômico e fatores de liquidez. Especialistas destacam que o setor de tecnologia pode permanecer mais barato em relação a meses anteriores, o que contribui para o interesse de investidores em ativos de maior risco.
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