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IR 2026: como aumentar a restituição com deduções

Imposto de Renda 2026: despesas médicas podem deduzir sem limite; educação tem teto, com regras diferentes entre o modelo completo e o simplificado

Leão do Imposto de Renda
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  • Despesas médicas podem ser deduzidas sem limite (desde que comprovadas) no modelo completo; no modelo simplificado há desconto padrão de 20% sobre a base de cálculo.
  • Despesas com educação têm teto anual; além disso, contribuições à previdência privada do tipo PGBL, descontos do INSS, pensão alimentícia e doações também reduzem a base de cálculo.
  • Itens dedutíveis de saúde incluem consultas, exames, internações, cirurgias, planos de saúde, próteses ortopédicas e dentárias, órtese, internação em home care e fertilização in vitro, entre outros; medicamentos comprados em farmácias não entram, salvo quando integrem a conta hospitalar.
  • Despesas não dedutíveis incluem medicamentos de farmácia, óculos, vacinas privadas, nutrição e suplementos sem integração à fatura hospitalar, academia e veterinário; próteses e marca-passo entram apenas se constarem na conta hospitalar.
  • Declaração do plano de saúde deve registrar os pagamentos em Pagamentos Efetuados, com código, CNPJ e valores; reembolsos aparecem como não dedutíveis; erros e falta de comprovantes podem levar à malha fina.

O Imposto de Renda 2026 reserva atenções para quem busca maior restituição por meio de deduções. Despesas com saúde e educação lideram os abatimentos, mas cada tipo tem regras próprias e limites definidos pela Receita Federal. O foco é evitar erros que impactem a restituição.

A reportagem reúne orientações de especialistas sobre o que pode ser deduzido, como declarar planos de saúde, e quais gastos costumam gerar malha fina. Os dados são válidos para quem entrega a declaração no modelo completo, diferentemente do simplificado.

Ao longo desta leitura, ficam claros quem está envolvido, quando ocorrem as deduções, onde podem ser aplicadas e por que certos gastos são aceitáveis ou não. O objetivo é orientar contribuintes a preencher a declaração com rigor técnico.

O que pode ser deduzido no Imposto de Renda

A dedução de despesas médicas não tem limite, desde que comprovadas, no modelo completo. Já o gasto com educação tem teto anual. Além disso, contribuições a PGBL, pagamentos ao INSS, pensão alimentícia e doações podem reduzir a base de cálculo.

Despesas médicas incluem consultas, exames, hospitalizações e planos de saúde. Cirurgias plásticas podem ser dedutíveis, desde que haja justificativa médica avaliada pela Receita. Internação domiciliar também pode entrar na fatura, dependendo da emissão pelo estabelecimento.

Despesas médicas passíveis de dedução e limites

Não há limite legal para deduções médicas, desde que comprovadas. A lista inclui consultas, exames, despesas hospitalares e parto, entre outros itens. Planos de saúde, próteses, aparelhos ortopédicos e dentários entram mediante nota fiscal. Cirurgias plásticas podem ser aceitas conforme avaliação da Receita.

Despesas com medicamentos comprados em farmácias não são dedutíveis, salvo quando integraram a conta hospitalar. Vacinas em clínicas privadas normalmente não entram, a menos que estejam na fatura do hospital. Cuidados domiciliares e serviços de enfermagem também têm regras específicas.

Outros itens que entram na dedução

Próteses ortopédicas, dentárias e tecnologias assistivas podem ser deduzidas com nota fiscal e comprovantes de necessidade. Marca-passo, lentes intraoculares e prótese de silicone entram apenas se incluídas na conta hospitalar. Despesas com oxigenoterapia também podem ser consideradas quando constarem na fatura.

Despesas com gesso, órteses, cadeiras de rodas e similares são contempladas desde que estejam na nota fiscal. O código de planos de saúde, o CNPJ da operadora e o total pago devem constar na declaração, com a parte reembolsada informada separadamente.

Como declarar plano de saúde e reembolsos

Informe os valores pagos ao plano na ficha Pagamentos Efetuados, com código do plano, CNPJ e nome da operadora. O total pago em 2025 vai nessa seção. Coparticipação: o que foi efetivamente pago fica em valor pago; o restante entra como parcela não dedutível.

Reembolsos devem vir na linha correspondente: o que foi reembolsado não compõe a dedução. Se houver reembolso integral, nenhum valor é deduzido.

Erros que geram malha fina

Erros comuns incluem omissão de reembolsos, inclusão de despesas não dedutíveis (medicamentos de farmácia, óculos, vacinas), divergência entre dados do contribuinte e do plano de saúde, e falta de comprovação. Também erram quem deduz gastos de dependentes sem informar rendimentos.

Especialista recomenda revisar a declaração, inclusive a pré-preenchida, e guardar recibos e comprovantes. Manter registros facilita a comprovação em caso de fiscalização.

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