- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, está em Washington D.C. e teve reunião com o presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI).
- Durigan afirmou que as medidas para baratear combustíveis são temporárias e voltadas a áreas com maiores problemas de abastecimento no país.
- A Fazenda mantém avaliação constante sobre a necessidade, o retorno e a continuidade dessas mudanças nos combustíveis.
- O ministro rejeitou que as medidas tenham cunho eleitoral, ressaltando racionalidade e estabilidade da economia.
- Durigan disse que o Brasil é visto como exemplo de resposta à crise causada pelo conflito no Oriente Médio, destacando que o país agiu de forma rápida para enfrentar a guerra do Irã.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, está em Washington D.C. para uma reunião com o presidente do FMI. Ele afirmou que as medidas para baratear combustíveis são temporárias e direcionadas a áreas com maior problema de abastecimento no país.
Durigan destacou que as medidas são limitadas e sujeitas a avaliação de retorno, necessidade e continuidade. Ele afirmou que não se trata de benefício de natureza eleitoral e que as ações visam a racionalidade da economia.
O ministro afirmou ainda que o Brasil é visto como exemplo na forma de lidar com impactos do conflito no Oriente Médio, sendo um dos primeiros a apresentar respostas para a crise. Durigan mencionou foco em estabilidade econômica.
Contexto da viagem e impactos econômicos
Em Washington, Durigan manteve contato com autoridades do FMI para discutir efeitos sobre o abastecimento e a inflação no Brasil. O governo acompanha de perto os desdobramentos e a permanência das medidas.
A equipe econômica sinaliza que as ações buscam evitar desequilíbrios e manter a trajetória de projeções fiscais, com monitoramento contínuo da necessidade de ajustes.
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