- O Ministério de Portos e Aeroportos assinou um aditivo que incluiu doze aeroportos regionais do Nordeste e da Amazônia Legal no contrato da GRU Airport, ampliando a atuação da concessionária para oito estados.
- A nova etapa prevê investimentos de R$ 731,6 milhões, sendo cerca de R$ 630 milhões destinados à modernização de pistas, pátios e terminais de passageiros nos 12 terminais.
- Os terminais integram a primeira rodada do Programa AmpliAR e já haviam sido arrematados no leilão de novembro do ano passado.
- Os aeroportos ficam nos estados Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Tocantins e Bahia; entre os maiores investimentos estão Paulo Afonso (BA), Lençóis (BA) e Vilhena (RO).
- O ministro Tomé Franca disse que o programa ajuda aeroportos regionais com dificuldades financeiras, destacando também a gestão profissional dos terminais.
O Ministério de Portos e Aeroportos assinou nesta terça-feira o termo aditivo que estende a concessão da GRU Airport a 12 aeroportos regionais. Os terminais ficam nos estados do Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Tocantins e Bahia. A medida integra a primeira rodada do Programa AmpliAR.
Segundo a pasta, os aeroportos foram arrematados no leilão de novembro do ano passado. A nova etapa prevê investimentos de R$ 731,6 milhões, dos quais cerca de R$ 630 milhões serão aplicados na modernização da infraestrutura dos 12 terminais, incluindo pistas, pátios e áreas de embarque.
A avaliação do governo é de que a inclusão de aus individuais em contratos já existentes pode ampliar o potencial de investimentos privados e aumentar a escala operacional de aeroportos de menor porte. A expectativa é destravar financiamentos e reduzir dificuldades financeiras locais.
Entre os municípios, destacam-se Paulo Afonso (BA) com 106,2 milhões, Lençóis (BA) com 80,2 milhões e Vilhena (RO) com 74,6 milhões em aportes previstos. Os valores refletem prioridades de modernização e melhoria da experiência dos passageiros.
O ministro Tomé Franca afirmou que o programa oferece uma saída para aeroportos regionais que enfrentam desafios financeiros. Ele ressaltou que, além dos recursos, o diferencial está na gestão profissional dos terminais.
Sob supervisão de Daniel Rittner
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