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Prestex apresenta logística aérea ultraexpressa como ferramenta de gestão na indústria

Prestex apresenta logística aérea ultraexpressa na Intermodal 2026, assegura continuidade da produção e proteção de margens ante paradas que custam até R$ 700 mil por hora

Logística Aérea Ultraexpressa
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  • Prestex apresenta, na Intermodal South America 2026, a logística aérea ultraexpressa como ferramenta estratégica para a indústria, atuando no inbound para garantir continuidade da produção.
  • Operação 24/7 com SLA de 99,8% e rastreio em tempo real, utilizando o modal aéreo para mover desde microchips até maquinários pesados.
  • O executivo Marcelo Zeferino, CCO da Prestex, diz que a ultraexpressa é planejamento, reduzindo estoques e custos de armazenagem e mantendo a sincronização produtiva.
  • Cenário de 2026 envolve custo Brasil de R$ 1,7 trilhão por ano e retração de 0,7% na produção industrial; paradas não previstas podem custar até R$ 700 mil por hora.
  • A Prestex teve crescimento de 37% na receita, impulsionado pelos setores automotivo, químico e de saúde.

A Prestex apresentou na Intermodal South America 2026 uma visão estratégica sobre a logística aérea ultraexpressa, destacando-a como ferramenta de gestão para a indústria. A empresa mostrou que o transporte de urgência, quando bem planejado, pode proteger margens de lucro e melhorar a continuidade operacional, especialmente no inbound de insumos.

Segundo a Prestex, a logística ultraexpressa não é apenas uma solução emergencial, mas um pilar de governança logística. A operação funciona 24/7 para transferir itens que vão desde microchips até maquinários pesados, com uso predominante do modal aéreo para manter linhas de produção em funcionamento. O SLA divulgado é de 99,8%, com rastreio em tempo real e inteligência preditiva para previsibilidade.

Para o setor, a distinção entre logística tradicional e ultraexpressa passa pela disponibilidade industrial. O foco é manter o fluxo entre insumos e o produto final, reduzindo estoques físicos e custos de armazenagem, conforme explica o CCO da Prestex, Marcelo Zeferino. A ideia é planejar o inbound e não apenas reagir a problemas.

O cenário econômico de 2026 é visto como desafiador. Dados do IBGE indicam retração na produção industrial de 0,7%, enquanto o Custo Brasil é estimado em cerca de 1,7 trilhão por ano. Nesse contexto, paradas não programadas podem ter alto impacto financeiro, estimadas em até 700 mil reais por hora para uma linha de produção.

Estudos de mercado citados pela empresa indicam riscos na cadeia de suprimentos, com a McKinsey apontando que interrupções podem afetar até 20% do custo das mercadorias vendidas. A Prestex informou ter registrado crescimento de 37% na receita, com impulsos nos setores automotivo, químico e de saúde, que buscam na ultraexpressa uma forma de blindagem contra volatilidades globais e gargalos nacionais.

A depender do sucesso de seus argumentos, a Prestex posiciona a logística ultraexpressa como complemento estratégico à gestão de operações industriais, assegurando continuidade produtiva e previsibilidade de custos diante de fatores externos.

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