- O Wealth report da WineCap aponta que, nos EUA, houve salto significativo no investimento em vinho fino, com 33% dos investidores comprometendo 21-30% de riqueza total.
- Metade dos pesquisados estima que 11-20% das carteiras de seus clientes ficam em vinho fino.
- Em 2025, nenhum investidor tinha mais de 20% em vinho fino, e 60% permaneceu abaixo de 10%.
- A maioria dos investidores de vinho é experiente (62%), com 35% muito experientes; apenas 2% são iniciantes.
- Estabilidade (68%), sustentabilidade e liquidez (ambos 55%), e a visão de que o mercado secundário é um ecossistema global já estabelecido são fatores-chave, com 22% vendo o vinho fino como proteção contra inflação.
Fine wine ganha espaço em carteiras de investidores nos EUA, apontam dados do Wealth Report anual. O estudo aponta um salto significativo no peso do vinho fino na riqueza total, com crescente adesão de clientes a esse ativo.
Segundo o relatório, 33% dos investidores confirmados nos EUA já destinam entre 21% e 30% de seu patrimônio ao vinho fino. Metade dos surveyed estima que 11% a 20% das carteiras de seus clientes estejam nessa classe. A mudança é considerada relevante pela indústria.
Entre os motivos, estabilidade e proteção contra inflação aparecem como pilares, seguidos de liquidez e tangibilidade. O mercado secundário é visto como ecossistema global já estabelecido, não mais como nicho.
Perfil dos investidores
A pesquisa aponta concentração entre investidores experientes, com 62% descritos como experientes e 35% como bastante experientes. Apenas 2% são iniciantes, reforçando o papel do vinho fino como diversificador para quem já navegou mercados tradicionais.
A ideia central é que o vinho fino não é a primeira aquisição de um investidor, mas sim uma opção sofisticada para quem busca escassez, status de colecionador e qualidade tangível de um ativo físico.
Movilidade e fatores determinantes
A portabilidade é destacada: 56% dos entrevistados afirmam que clientes de alto patrimônio valorizam ativos que se movem com facilidade. Além disso, a ausência de dependência direta do dólar e de políticas monetárias é relevante para ampliar o interesse, segundo 98% dos respondentes.
Com foco em retorno estável, liquidez e hedge contra inflação, o vinho fino é visto como reserva de valor em cenários de volatilidade monetária. A segurança de manter poder de compra é citada como vantagem por parte dos gestores.
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