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Atividade econômica do Brasil avança 0,6% em fevereiro

IBC-Br sobe 0,6% em fevereiro; indústria avança 1,2%, agropecuária 0,2% e serviços 0,3%, apontando ritmo gradual da atividade econômica

Campo Grande (MS), 23/10/2024 - Colheita de soja e agronegócio. Foto: Prefeitura de Campo Grande/Divulgação
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  • O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC‑Br) subiu 0,6% em fevereiro, na série dessazonalizada.
  • As altas ocorreram em agropecuária (0,2%), indústria (1,2%) e serviços (0,3%).
  • Em relação a fevereiro de 2025, houve recuo de 0,3% sem ajuste, enquanto nos últimos doze meses até fevereiro houve alta de 1,9%.
  • O IBC‑Br ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) a acompanhar a economia e definir a taxa Selic, hoje em 14,75% ao ano.
  • O Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo IBGE, cresceu 2,3% em 2025; o BC ressalta que o IBC‑Br não é exatamente uma prévia do PIB.

O Banco Central (BC) informou que o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) registrou alta de 0,6% em fevereiro, na comparação mensal dessazonalizada. O dado aponta crescimento da atividade econômica do Brasil no segundo mês deste ano.

A maioria dos componentes contribuiu para o avanço. Agropecuária subiu 0,2%, indústria teve alta de 1,2% e serviços cresceram 0,3% frente a janeiro. Esses resultados ajudam a mapear o ritmo da economia, inclusive para decisões de política monetária.

Na comparação com fevereiro de 2025 houve queda de 0,3%, sem ajuste sazonal. Em 12 meses terminado em fevereiro, o índice acumula alta de 1,9%. O IBC-Br é utilizado pelo Copom como referência para a trajetória da Selic, hoje em 14,75% ao ano, mas não é uma prévia do PIB oficial.

Sobre o IBC-Br e o PIB

O BC explica que o índice utiliza dados de indústria, comércio, serviços e agropecuária, além de arrecadação de impostos, para indicar o ritmo da atividade. A metodologia difere do PIB, medido pelo IBGE, que é o indicador oficial da economia brasileira.

Relação com a política monetária

O BC afirma que o IBC-Br contribui para a formulação da política monetária, mas não substitui o PIB. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3% (segundo o IBGE), com expansão em todos os setores, destacando a agropecuária.

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