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Banco Central promete retirar entidades irregulares do sistema financeiro

Banco Central promete retirar entidades irregulares, liquida Creditag e planeja ampliar a supervisão e a autorregulação no sistema financeiro

Prédio do Banco Central (Reprodução: Marcello Casal JrAgência Brasil)
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  • O Banco Central informou que pode retirar do sistema financeiro instituições que não cumpram sua função e adotará medidas contra entidades irregulares.
  • O diretor de fiscalização, Ailton de Aquino, reforçou que o BC continuará como parceiro do cooperativismo, mas aplicará medidas contra irregularidades.
  • Aquino criticou práticas consideradas inadequadas, citando cooperativas de dono e instrumentos de bets ilegais.
  • O BC decretou a liquidação extrajudicial da Creditag, alegando grave comprometimento da situação econômico-financeira da instituição.
  • Dados do BC mostram que, no fim de 2025, a cooperativa representava cerca de 0,0000226% dos ativos totais do sistema financeiro; o BC destacou o modelo de supervisão do cooperativismo como referência para outros segmentos.

O Banco Central avisou que pode retirar do sistema financeiro instituições que não cumpram sua função. Em comunicado, a autoridade sinalizou medidas contra entidades irregulares, mantendo o diálogo com o cooperativismo.

O diretor de fiscalização, Ailton de Aquino, destacou que o BC seguirá como parceiro das cooperativas, mas adotará ações necessárias contra irregularidades. Ele reforçou a educação do setor para evitar desvios.

AQUÁRIO: o BC informou que a liquidação extrajudicial da Creditag decorreu de grave comprometimento da situação econômico-financeira da instituição. A instituição representava uma parcela pequena, segundo dados do BC, com cerca de 0,0000226% dos ativos totais ao fim de 2025.

Modelo do cooperativismo no Banco Central

Durante evento realizado em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras, o diretor ressaltou o modelo de supervisão do setor. O BC diz que a cooperação entre fiscalização e autorregulação funciona de forma eficiente.

Segundo Aquino, o sistema cooperativista combina fiscalização com autoajuste de regras. Ele afirmou que o BC pretende levar esse modelo a outros segmentos do mercado financeiro. A ideia é promover maior rigor regulatório sem abandonar cooperativas que atuam dentro das normas.

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