- O ranking usa o PIB per capita ajustado por poder de compra para comparar países da América Latina, seguindo metodologia de organismos internacionais.
- A Guiana é hoje o país mais rico da região, ultrapassando Brasil e outros grandes nações latino‑americanas.
- Entre 1989 e hoje, o Brasil caiu do terceiro para o nono lugar no ranking de riqueza por habitante na América Latina.
- Em várias comparações diretas, República Dominicana aparece à frente do Brasil, Costa Rica fica à frente de Argentina, e Panamá supera Chile e Uruguai; Guiana lidera entre os demais.
- O estudo destaca que o Brasil enfrenta um ganho relativo menor de renda por habitante em relação a países como Chile, Costa Rica, Panamá e República Dominicana.
Brasil é apresentado como nono lugar em ranking de PIB per capita PPP na América Latina, segundo análise do colunista Pedro Fernando Nery. O levantamento compara países maiores da região, usando o PIB per capita ajustado por poder de compra.
Entre os pesos-pesados da região, a Guiana aparece à frente do Brasil, seguida por Chile, Argentina e Uruguai. A liderança da América Latina, com base nesses indicadores, vem mudando ao longo das últimas décadas.
O estudo destaca que o Brasil já ocupou o terceiro lugar nos anos 1980, mas perdeu posição ao longo do tempo. Hoje, emergem na frente Chile, Costa Rica, Panamá e República Dominicana, entre outros. A Venezuela, antes também na frente, caiu no ranking.
Nery aponta que o Brasil continua forte em termos de produção econômica total, mas o PIB per capita médio reage de forma diferente. Países menores, com estratégias de desenvolvimento diferentes, passaram a apresentar ganhos mais rápidos por habitante.
A reportagem observa ainda a ascensão recente da Guiana, impulsionada pelo petróleo, o que reforça o potencial regional para explorar recursos naturais. A comparação envolve apenas nações com mercados relevantes para não distorcer a análise.
Os autores ressaltam que as conclusões consideram apenas países maiores da América Latina, excluindo economias caribenhas pequenas. O objetivo é manter a comparabilidade entre países com seleções de futebol semelhantes, conforme a metodologia aplicada.
A matéria encerra destacando a dúvida sobre se crescimento do PIB per capita se traduz em melhoria de qualidade de vida. O texto sugere que oranking atual reforça a percepção de distâncias entre o Brasil e outras nações da região.
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