- O dólar operava em alta de 0,14%, aos R$ 4,9988, às 13h07, com sinais de avanços em possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã nesta quinta-feira (16).
- O mercado seguia na expectativa de fatos que comprovem arrefecimento das tensões no Oriente Médio, mas não houve confirmação até o momento.
- Apesar do otimismo com um possível acordo, o câmbio permanece pragmático: qualquer revés diplomático pode reacender a demanda pela moeda americana.
- No cenário interno, o IBC-Br atua como contrapeso, limitando ganhos expressivos do dólar diante da divulgação de dados sobre a atividade econômica.
- Ontem, o dólar fechou perto de R$ 5, recuando 0,03% para R$ 4,9917, após sinalização de nova negociação entre EUA e Irã.
O dólar voltou a subir diante da possibilidade de novas negociações entre Estados Unidos e Irã, em meio ao contexto de conflito no Oriente Médio. O mercado acompanha o desenrolar das conversas enquanto observa impactos na geopolítica global.
Às 13h07, o dólar comercial operava em alta de 0,14%, a R$ 4,9988. A leitura é de que fatos concretos para reduzir tensões não apareceram até o momento, mantendo a moeda próxima do patamar de R$ 5 no começo da tarde.
Apesar de o otimismo com uma aproximação entre as partes sustentar a bolsa, o câmbio segue pragmático. Um revés diplomático pode reavivar a demanda por proteção na moeda norte‑americana.
Contexto interno e impactos no real
No plano doméstico, a divulgação do IBC-Br atua como contrapeso, limitando a tração do dólar. A atividade econômica firme, especialmente no setor industrial, favorece o real.
Ontem, o dólar fechou próximo ao zero de desvantagem, com recuo de 0,03%. Encerramento em R$ 4,9917 ocorreu em dia marcado pela sinalização de novas negociações entre EUA e Irã.
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