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Empresas brasileiras lidam com escassez de talentos

Com escassez de talentos, empresas passam a incluir indicadores comportamentais no processo seletivo para reduzir rotatividade, sobrecarga e quedas de desempenho

Imagem de Freepik/katemangostar / DINO
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  • No Brasil, oitenta por cento dos empregadores relatam dificuldade para contratar em dois mil e vinte e seis, ante sessenta e três por cento em dois mil e quatorze, conforme pesquisa do Manpower Group; o problema atinge todos os setores, especialmente o de informação, com setenta e três por cento.
  • A escassez reflete a transformação das competências exigidas, a digitalização acelerada e a demanda por perfis híbridos que combinam requisitos técnicos e habilidades comportamentais.
  • A executiva Lucimara Costa, Chief Administrative Officer da Nexti, aponta que o apagão de mão de obra aumenta a sobrecarga das equipes e pode impactar a qualidade da entrega; recrutamento não assertivo eleva desligamentos e custos.
  • Embora as competências técnicas continuem relevantes, as habilidades comportamentais — como comprometimento, responsabilidade, comunicação e adaptação — tornam-se decisivas para permanência e desempenho.
  • Recomenda-se estruturar critérios de avaliação desde o início, com entrevistas direcionadas e testes situacionais; a tecnologia ajuda a padronizar etapas e reduzir subjetividades; a Nexti lançou o Nexti Talent para gerenciar o recrutamento operacional em um fluxo único, com integração à admissão digital.

O mercado brasileiro enfrenta escassez de talentos, com empresas tendo dificuldade para contratar em 2026. Dados do Manpower Group mostram que 80% dos empregadores passam por esse desafio, ante 63% em 2014, envolvendo todos os setores, mas com maior impacto no de informação (73%).

A transformação das competências é apontada como causa principal. A digitalização acelerada exige perfis híbridos que conciliem requisitos técnicos e habilidades comportamentais, elevando a importância de aspectos como comprometimento e adaptação. A sobrecarga de equipes também é mencionada como consequência.

No centro dessa mudança, Lucimara Costa, CAO da Nexti, reforça que o problema recebe o apelido de apagão de mão de obra. Quando a contratação não é assertiva, custos e tempo de desligamentos se ampliam, prejudicando a entrega ao cliente.

A executiva afirma que competências técnicas continuam relevantes, mas sozinhas não bastam. Habilidades comportamentais, menos treináveis, passam a influenciar permanência e desempenho, principalmente em rotina, pressão e trabalho em equipe.

Para aprimorar recrutamento, Costa recomenda estruturar critérios de avaliação desde o início, com indicadores comportamentais. Entrevistas direcionadas, testes situacionais e perguntas sobre experiências práticas ajudam a identificar o potencial além do currículo.

A tecnologia também tem função decisiva ao padronizar etapas, organizar dados e facilitar análises. Processos estruturados reduzem subjetividade e fortalecem decisões entre técnica e comportamento.

Segundo Costa, o profissional mais buscado é aquele com maior capacidade de adaptação, interesse e comprometimento, não apenas experiência. Em contextos de escassez, potencial de desenvolvimento ganha importância.

A Nexti lançou o Nexti Talent para atender recrutamento operacional em fluxo único. A solução centraliza o processo seletivo, desde divulgação até triagem, automatiza etapas manuais e se integra à admissão digital, reduzindo tempo entre aprovação e início do colaborador.

Na prática, o objetivo é acelerar contratação, reduzir perdas de candidatos e aumentar a eficiência das equipes de RH, sobretudo em operações com alto volume.

Para mais informações, a Nexti disponibiliza seus serviços e soluções no site institucional.

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