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Falas de Guimarães irritam a Fazenda; nega fim da taxa das blusinhas e aumento da dívida

Guimarães defende aumento da dívida para evitar prejuízos à população; Fazenda mantém equilíbrio fiscal e nega fim da taxa das blusinhas

José Guimarães | Foto: Divulgação/PT
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  • Integrantes do Ministério da Fazenda ficaram contrariados com as falas do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães.
  • Guimarães defendeu o fim do imposto de importação para compras de até U$50 e afirmou que o Brasil pode ampliar a dívida pública para evitar prejuízos à população.
  • A equipe econômica negou a revogação da “taxa das blusinhas” e disse que a medida é de suma importância para a indústria brasileira.
  • O governo publicou decreto de subvenção para o diesel importado, fixado em R$ 1,20 por litro, com custo estimado de R$ 4 bilhões (metade pela União e metade pelos estados que aderirem).
  • Técnicos da Fazenda ressaltaram a importância do equilíbrio fiscal, mesmo com subsídios aos combustíveis.

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, provocou desgaste interno ao apresentar declarações que divergem da equipe econômica. Em encontro com a imprensa, ele sinalizou mudanças que não foram confirmadas pelo Ministério da Fazenda.

Técnicos da Fazenda contestaram a ideia de revogar a chamada taxa das blusinhas, reiterando que a medida segue importante para a indústria brasileira. A negativa ocorre em meio a divergências sobre políticas de proteção à economia.

Guimarães também defendeu o fim do imposto de importação para compras de até US$ 50, destacando uma possibilidade de elevar a dívida pública para reduzir prejuízos aos cidadãos diante da guerra. As declarações foram consideradas divergentes pela Fazenda.

A Fazenda ressaltou a necessidade de buscar equilíbrio fiscal, mesmo diante de medidas de subvenção a combustíveis. O governo tem enfatizado a sustentabilidade das contas públicas como prioridade, sem ampliar efeitos sobre a população.

Nesta semana, o governo publicou o decreto de subvenção para o diesel importado, fixado em 1,20 real por litro. Desse valor, metade fica por conta da União e a outra metade dos estados que aderirem ao programa, com custo estimado de 4 bilhões de reais.

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